Conhece-te a ti mesmo

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[TÍTULO DE SETEMBRO DO CÍRCULO DE LEITURA] É difícil agir eticamente sem autoconhecimento. Quem não sabe quem é, não saberá o que é bom nem para si nem para os outros. O hábito da reflexão nos leva a enxergar as próprias inclinações, a cultivar as virtudes e, principalmente, a formar a própria consciência, a fim de que a nossa vida se guie pelo que é certo, custe o que custar.

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Conhece-te a ti mesmo

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Sumário

 

Nota ao leitor

«Conhece-te a ti mesmo». Um projeto para a vida

Sophie Scholl, ou a consciência

A vida por uma causa

Outro testemunho de consciência: Clemens August von Galen, um bispo contra Hitler

A consciência e a ação humana

Ben-Hur, ou a teoria da ação humana

O papel da razão

O papel das paixões ou sentimentos

O papel da vontade Gladiador, ou as virtudes

Virtudes Conhecimento e virtude

Aristóteles e a virtude Schindler, ou o bem Perfume de mulher

Um homem bom: Aristides Sousa Mendes

O visconde partido ao meio: Italo Calvino

Utilitarismo, ou o prazer

Epicuro

Kant, ou o dever

Ética em Kant

Rousseau e a vontade geral

O contrato social

A origem da desigualdade entre os homens

O existencialismo de Jean-Paul Sartre

Um exemplo: Holden Caulfield

Relativismo e a verdade

Epílogo

Referências bibliográficas

 

Nota ao leitor

 

Estas linhas, como um espelho, refletem mais de vinte anos de aulas de Ética na Universidade. Inicialmente para alunos de Economia, e mais tarde também para estudantes de Relações Internacionais, Comunicação, Artes, Educação Artística e Direito. O contato com estudantes universitários de tantas áreas foi enriquecedor e estimulante. Cada curso tem as suas peculiaridades, mas todos os alunos sintonizam com a linguagem universal da ética.

Ao longo dos seminários e debates, pude aprender com eles, ver com os olhos deles e sentir com o seu coração. Poderia contar muitas histórias divertidas. Uma vez, uma aluna veio ter comigo no final da aula para explicar por que tinha chegado atrasada aquele dia. Vindo para a Faculdade recebeu um telefonema de um motorista de caminhão que transportava roupas da sua empresa, dizendo que tinha sido parado pela fiscalização e lhe estavam pedindo uma propina para liberar a carga. Não deixava de ser um caso de ética na prática. Noutra ocasião um aluno comentou, ao fim de uma aula, que estava numa encruzilhada sobre se devia adotar uma conduta não muito correta na empresa em que trabalhava. Agora tinha claro o caminho que valia a pena seguir, mesmo a custo de sacrificar algumas vantagens econômicas imediatas. Independentemente de idade e outras características pessoais, há um algo mais que nos une como pessoas humanas com relação à ética. Com frequência ouço dizer que muitas pessoas estão perdidas na floresta das decisões corretas a adotar e desorientadas com relação ao pensamento ético. Penso que isso é, em parte, consequência da falta de reflexão, da falta de estímulo para ensinar e motivar as pessoas a pensar por conta própria. Em parte, também é fruto da própria vida da pessoa, das decisões e ações passadas.

Em muitas ocasiões minha função como professor foi apenas propor, motivar, observar e orientar o debate em que se analisavam casos apresentados pelos próprios alunos. Pude assim ver como temos dentro de nós a orientação para descobrir as decisões que nos tornam mais hu¬manos, mais éticos. Temos a capacidade de descobrir o caminho que nos torna felizes. Esse caminho é sempre o da ética. A longo prazo a atitude ética é «a melhor maneira de fazer negócios», como afirmava um célebre professor americano de ética nos negócios. A experiência em sala de aula repetiu-se também no âmbito empresarial, com grupos de executivos. As conclusões são semelhantes. Espero que o leitor encontre neste trabalho elementos para formar uma opinião sobre a excelência humana e a ética à luz de diversos autores do pensamento, clássicos e modernos. A atitude ética verdadeira nos conduz à plena realização como seres humanos.

Dedico este livro a todos os meus alunos e àqueles que compartilharam comigo essas experiências.

Sophie Scholl e seus amigos da resistência clandestina ao nazismo; o doutor Stockmann e a cegueira dos seus concidadãos; Ben-Hur e seu desejo de vingança; Adolf Eichmann e sua obsessão com o dever: o que esses e outros personagens, reais e fictícios, têm em comum? Todos, em maior ou menor grau, viram-se diante de verdadeiras provas de fogo éticas. E agiram de acordo com o que tinham dentro de si. Alguns deles nos legaram preciosos exemplos de integridade, ao passo que as ações de outros tiveram consequências catastróficas. É difícil agir eticamente sem autoconhecimento. Quem não sabe quem é, não saberá o que é bom nem para si nem para os outros. O hábito da reflexão nos leva a enxergar as próprias inclinações, a cultivar as virtudes e, principalmente, a formar a própria consciência, a fim de que a nossa vida se guie pelo que é certo, custe o que custar. «Conhece-te a ti mesmo»: a máxima gravada no Templo de Apolo em Delfos lembrava aos peregrinos de toda a Grécia que aquele que busca respostas para o seu destino deve começar a procurá-las dentro de si.




Conhece-te a ti mesmo: excelência humana e ética


Esse livro, norteado pela máxima grega “Conhece-te a ti mesmo”, leva o leitor a olhar para dentro de si diante de questões que circundam a vida. A atitude ética conduz à felicidade, já que, por esse caminho, o ser humano se realiza plenamente.


Os capítulos apresentam personagens reais e fictícios, os quais tiveram que lidar com dilemas éticos. Um projeto de vida, portanto, que visa à excelência humana, tem como alicerce o diagnóstico de nós mesmos, isto é, o autoconhecimento.


Conhece-te a ti mesmo: Como conhecer-se?


Conhecer-nos a nós mesmos implica se aprofundar em fatores internos, dando um sentido verdadeiro à vida. Todavia, essa não é uma tarefa fácil, visto que a sociedade supervaloriza o "parecer" em detrimento do "ser", muitas vezes "parecer feliz" pode ser considerado mais importante do que "ser feliz". E para "ser feliz" é necessário começar respondendo de forma mais completa "quem é você?".


A sociedade consumista tem abafado os horizontes e perspectivas de sentido da vida, a qual tem se reduzido tão somente à dimensão material. Contudo, nota-se que o exame da própria vida é uma via que leva a um ideal de excelência humana.


O exame pessoal, a formação e a orientação dada pelos outros ajudam a desenvolver esse diagnóstico. O silêncio e a reflexão também constituem condições ideais para se autoconhecer.


As bases da personalidade


A vida em sociedade, por outro lado, também engrandece o homem e sua personalidade.


A personalidade se desenvolve à medida que a pessoa não se fecha em si, mas se abre aos outros com a finalidade de potencializar seus talentos em serviço aos demais. A vida em função das pessoas é sinal de uma personalidade madura.


Assim, o conhecimento próprio se faz extremamente necessário para o amadurecimento humano, pois quem não sabe quem é não identifica o que é bom para si, tampouco para os demais.


Conhecimento próprio: necessidade para agir bem


O autoconhecimento, ou seja, o saber quem realmente somos, tem sido uma interrogação desde os primeiros filósofos. No entanto, um dos maiores problemas atuais é quando deixamos de nos perguntar. Como a vida não é teoria, mas prática, é necessário compreender a ação humana na prática. A filosofia auxilia nessa tarefa pessoal.


No tocante à ação humana, a consciência exerce importante papel no diagnóstico de nossas decisões, isto é, se elas nos levam a ser mais éticos e, por conseguinte, mais humanos, ou se nos degrada, descaracterizando-nos como pessoas.


Para saber mais como autoconhecer-se, adquira o livro Conhece-te a ti mesmo, de José Maria Rodriguez Ramos, em oferta na Quadrante!

SKU 3585
Autor José Maria Rodriguez Ramos
Edição
Páginas 192
ISBN 9788574652481
Formato 14 x 21
Editora Quadrante

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