O quarto cálice: desvendando o mistério da Última Ceia e da Cruz

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«Nunca esquecerei a primeira vez que ouvi uma das apresentações de Scott Hahn sobre o quarto cálice. Fiquei absolutamente maravilhado. Era como ler a Paixão de Cristo pela primeira vez. Não me entendam mal: não é que eu passasse noites em claro perguntando-me por que Jesus, na Última Ceia, dissera que não beberia mais vinho e por que acabara pedindo um gole da bebida na Sexta-Feira Santa. Tampouco havia pensado muito sobre o porquê de Jesus referir-se à sua crucificação como um “cálice” a ser bebido. Eu simplesmente aceitava esses fatos sem pensar. Porém, depois que ouvi a palestra de Scott Hahn, foi como se as peças de um quebra-cabeça que eu sequer sabia que existia subitamente se encaixassem. O que de fato sempre me intrigara era isto: por que os católicos acreditam em que a Eucaristia é um sacrifício? Jesus não se havia oferecido de uma vez por todas no Calvário? Qual é a relação entre a oferta que Jesus faz de seu Corpo e Sangue na Última Ceia e sua morte na Cruz.

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    O quarto cálice: desvendando o mistério da Última Ceia e da Cruz

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    Sumário

     

    Apresentação

    Prefácio

    O que está consumado?

    Linha de chegada

    Busca e pesquisa

     

    Páscoa e aliança

    A praga

    Uma lufada de ar fresco

    Páscoa, presença e futuro

    Uma paixão pela Páscoa

     

    Um sacrifício típico

    O eclipse do sacrifício

    Selado com uma maldição

     

    Ritos e guinadas

    Termos rituais do Sêder

    Falha pascal

     

    O formato pascal dos Evangelhos

    Passando para o quarto

    Aposta pascal

    Novo Moisés, novo Êxodo

     

    Eis o cordeiro

    A história do assado

    O passado da Páscoa

    O caso de Justino

     

    O Cordeiro desde o princípio

    Pronto e preparado como Abel

    Eternamente sacerdote

    A ira do cordeiro

     

    Pães ázimos

    Comer a carne

    Uma pausa refrescante

     

    Os cálices

    A grande omissão

    Cálices e reviravoltas

    Propósitos cruzados

     

    A hora

    A «hora» em João

    Maria entra em cena

    Bens samaritanos

    Presentes de grego

    O Cordeiro faz-se Pão

    A hora está chegando

     

    Os cálices a Igreja

    Mártir, escreveu ele

    A fé em face do questionamento

     

    O formato pascal da liturgia

    Um rebanho de cordeiros

    Traços do hallel

    Uma oferta irrecusável

    Entrando na mistura

    O valor da Marquette

     

    A Páscoa cristã

    Dias de uma Páscoa futura

    Sem dor, sem reino

    Quanto custa o Pentecostes?

     

    O formato pascal da vida

    Um cálice de aflição

    A dor e o ganho

    A Páscoa e seus trocadilhos

    Testemunha da perseguição

    Últimas palavras

     

    Obras consultadas

     

    Apresentação

    de Brant Pitre

    Jesus de Nazaré foi um homem de muitos mistérios. Ensinava por meio de parábolas desconcertantes, realizava sinais e maravilhas e fazia uma pergunta enigmática após a outra. Além disso, seus discípulos judeus, bem como as multidões judaicas para as quais ensinava, adoravam tudo isso (muito embora Ele com frequência os deixasse sem resposta).

    Todavia, os mistérios de Jesus não terminaram com seu ministério público. Segundo os Evangelhos, Ele continuou a fazer e dizer coisas intrigantes até o momento de sua morte. Um dos grandes enigmas da Paixão de Jesus tem que ver com o misterioso voto que Ele proferiu durante a Última Ceia. Na noite em que foi traído, perto do fim da refeição, Jesus declarou solenemente que não beberia do fruto da videira novamente até a vinda do Reino de Deus (Lc 22, 18; cf. Mt 26, 29 e Mc 14, 25). Mais tarde, quando estava a caminho do Gólgota e os soldados tentaram oferecer-lhe vinho, fiel à sua palavra Ele não o quis beber (Mt 26, 34; cf. Mc 14, 23). Por outro lado, de acordo com o Evangelho de João, no último momento de sua vida, já prestes a morrer na Cruz, 8 SCOTT HAHN Jesus pediu que se lhe desse vinho, dizendo: Tenho sede (Jo 19, 28). Ainda mais misteriosamente, depois de beber o vinho, ele declarou: Está consumado, ao que inclinou a cabeça e entregou o espírito (Jo 19, 30).

    O que devemos pensar desse enigma? Como Jesus pôde dizer na Última Ceia que não beberia novamente do vinho, recusá-lo a caminho da Cruz e, por fim, pedir um gole da bebida pouco antes de morrer? Como reconciliar as palavras de Jesus na Última Ceia com suas palavras na Cruz? Estaria Ele quebrando seu voto? Ou algo diferente estaria acontecendo ali?

    Para completar, há mais um enigma a ser resolvido – um que ocorre entre o cenáculo e o Calvário. No jardim do Getsêmani, quando fazia oração a respeito de sua morte, Jesus disse algo estranho: Meu Pai, se for possível, faze passar de mim este cálice; porém, não seja como eu quero, mas como tu queres (Mt 26, 39). Depois, novamente: Meu Pai, se isto não pode passar a não ser que eu o beba, seja feita a tua vontade (Mt 26, 42). Ora, se estivesse prestes a ser crucificado, é assim que você teria rezado? Por que Jesus falou de sua morte como se consistisse em «beber» um «cálice»? De que cálice Ele falava?

    Em O quarto cálice, o dr. Scott Hahn oferece-nos as chaves para a compreensão deste mistério – o mistério da Última Ceia e da Cruz. E ele o faz de duas maneiras: primeiro, revisitando as raízes judaicas das palavras e feitos de Jesus; depois, relatando-nos sua experiência pessoal do protestantismo ao catolicismo. O resultado assemelha-se a um romance policial – uma jornada revigorante e repleta de descobertas que mudará para sempre o modo como você vê a Última Ceia, a Paixão de Cristo e a Eucaristia.

    Nunca esquecerei a primeira vez que ouvi uma das apresentações de Scott Hahn sobre o quarto cálice. Fiquei absolutamente maravilhado. Era como ler a Paixão de Cristo pela primeira vez. Não me entendam mal: não é que eu passasse APRESENTAÇÃO 9 noites em claro perguntando-me por que Jesus, na Última Ceia, dissera que não beberia mais vinho e por que acabara pedindo um gole da bebida na Sexta-feira Santa. Tampouco havia pensado muito sobre o porquê de Jesus referir-se à sua crucificação como um «cálice» a ser bebido. Eu simplesmente aceitava esses fatos sem pensar. Porém, depois que ouvi a palestra de Scott Hahn, foi como se as peças de um quebra-cabeça que eu sequer sabia que existia subitamente se encaixassem. O que de fato sempre me intrigara era isto: por que os católicos acreditam que a Eucaristia é um sacrifício? Jesus não se havia oferecido de uma vez por todas no Calvário? Qual é a relação entre a oferta que Jesus faz de seu Corpo e Sangue na Última Ceia e sua morte na Cruz?

    Se isso também já o intrigou, se você alguma vez celebrou o Sêder pascal, ou se antes já quis aprofundar sua compreensão a respeito das raízes judaicas da Eucaristia, tenho um conselho para você: leia este livro. Ou melhor: não apenas o leia. Reze com ele. Reflita sobre ele. Compartilhe-o com outras pessoas.

    Afinal, se você for como eu, quando começar a vislumbrar o mistério da Última Ceia e da Cruz pelos olhos dos antigos judeus, terá sua vida completamente transformada. Como bem demonstra o dr. Scott Hahn, a Páscoa de Jesus, que começou no cenáculo e se consumou no Calvário, está conosco ainda hoje. Sempre e onde quer que a Missa seja celebrada, o Mistério Pascal – isto é, o mistério da «Páscoa» – faz-se verdadeiramente presente. O quarto cálice não apenas resolve o mistério da promessa de Jesus, mas também faz a ligação entre o cenáculo e o Gólgota, ajudando-nos a enxergar mais claramente como o sacrifício de Cristo na Última Ceia e o sacrifício de Cristo no Calvário são o mesmo sacrifício derramado pelo perdão dos pecados e pela redenção do mundo (cf. Mt 26, 28).

    «Nunca esquecerei a primeira vez que ouvi uma das apresentações de Scott Hahn sobre o quarto cálice. Fiquei absolutamente maravilhado. Era como ler a Paixão de Cristo pela primeira vez. Não me entendam mal: não é que eu passasse noites em claro perguntando-me por que Jesus, na Última Ceia, dissera que não beberia mais vinho e por que acabara pedindo um gole da bebida na Sexta-Feira Santa. Tampouco havia pensado muito sobre o porquê de Jesus referir-se à sua crucificação como um “cálice” a ser bebido. Eu simplesmente aceitava esses fatos sem pensar. Porém, depois que ouvi a palestra de Scott Hahn, foi como se as peças de um quebra-cabeça que eu sequer sabia que existia subitamente se encaixassem. O que de fato sempre me intrigara era isto: por que os católicos acreditam em que a Eucaristia é um sacrifício? Jesus não se havia oferecido de uma vez por todas no Calvário? Qual é a relação entre a oferta que Jesus faz de seu Corpo e Sangue na Última Ceia e sua morte na Cruz?

    Se isso também já o intrigou, se você alguma vez celebrou o Sêder pascal, ou se antes já quis aprofundar sua compreensão a respeito das raízes judaicas da Eucaristia, tenho um conselho para você: leia este livro. Ou melhor: não apenas o leia. Reze com ele. Reflita sobre ele. Compartilhe-o com outras pessoas.»

    Brant Pitre, na «Apresentação» desta obra.
    SKU10746
    AutorScott Hahn
    Edição
    Páginas160
    ISBN9788554991418
    Formato14 x 21
    EditoraQuadrante

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