X - A Igreja das revoluções (III)

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No décimo e último volume da coleção, Daniel-Rops narra as vicissitudes por que passaram os cristãos separados de 1789 até hoje.
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    X - A Igreja das revoluções (III)

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    ÍNDICE

     

     Nota prévia

     

    I. Filhas da reforma

    Quatro imagens

    O protestantismo, segundo bloco cristão do mundo

    A Reforma: Martinho Lutero

    A obra de Calvino

    “Variações” e rupturas no seio do protestantismo

    O mais importante grupo protestante: os luteranos

    No rastro de Calvino

    Os mais independentes dos protestantes: os congregacionalistas

    A Comunhão Anglicana

    Os unitaristas, modernos arianos

    Um protestantismo sem dogmas: o Metodismo

    Dissidentes dos dissidentes: a corrente batista

    Seitas ou novas Igrejas?

    A essência do protestantismo

     

    II. O mundo protestante

    Expansão e divisão geográficas do protestantismo

    A Escandinávia, bastião luterano

    Abalos e dramas do protestantismo alemão

    Dois microcosmos protestantes: os Cantões helvéticos e os Países Baixos

    A Inglaterra dos anglicanos e dos “dissenters”

    Protestantes da França

    Minorias em defesa ou expansão

    O primeiro país protestante do mundo: os EUA

    Quatro problemas postos ao protestantismo norte-americano

    A religião dos americanos

    A grande etapa das Missões protestantes

    Um exemplo: a Sociedade das Missões Evangélicas de Paris

    Campos e problemas da expansão missionária

    Uma história assombrosa: o protestantismo na América Latina

    Protestantismo à dimensão do mundo

     

    III. A alma e o espírito do protestantismo

    Uma revolução espiritual em Genebra

    “Ecclesia reformata semper reformanda”

    O grande “despertar” de princípios do século XIX

    Um Pascal dinamarquês

    Frutos duradouros do “despertar”

    Regresso aos sacramentos e à liturgia

    Do “protestantismo liberal” à crítica “livre”

    Os protestantes e as obras de beneficência

    William Booth e o Exército da Salvação

    Cristianismo social

    A crise do protestantismo e a proliferação das seitas

    O reflorescimento teológico: Karl Barth

    A renovação evangélica: do País de Gales a Caux, no cantão de Vaud

    A renovação litúrgica e monástica: Taizé

    A vida da alma no protestantismo

    Um “santo” protestante: Toyohiko Kagawa

    A alma protestante exprime-se: 1. Na arquitetura e nas artes plásticas

    A alma protestante exprime-se: 2. Na música

    A alma protestante exprime-se: 3. Nas Letras

    “Hic et nunc”

     

    IV. A herança de Bizâncio: A igreja ortodoxa

    Um dito de Dom Pitra

    “Ortodoxia” ou catolicidade

    Herdeira de Bizâncio

    Patriarcados e “autocefalias”

    Nos velhos Patriarcados da Grécia e do Oriente próximo

    Dois bastiões da fé: o Athos e a Filocália

    Problemas graves. Promessas de renovação

    Moscou no tempo do Grande Sínodo

    A verdadeira força da Igreja

    Viajantes na terra e peregrinos a caminho do céu

    Três santos da Santa Rússia

    A “intelligentzia” perante Deus

    As Missões da Ortodoxia Russa

    Do Raskol às novas seitas

    A grande provação da Igreja Russa

    Uma renovação esplêndida e ameaçada

    À margem de Moscou

    A Diáspora da Ortodoxia

    A Ortodoxia no mundo

     

    V. Os mais antigos separados da Ásia e da África

    As rupturas do século V

    Tão grandes outrora, tão pouca coisa hoje: os “assírios” nestorianos

    Os descendentes de “Tiago o Andrajoso”

    Ensangüentada e viva Armênia

    Um estranho quebra-cabeças de religiões: o Malabar

    No Egito, os coptas

    Etiópia, bastião de cristandade

    Entre o passado e o futuro

     

    VI.  A  túnica inconsútil

    Que eles sejam um!”

    A nostalgia da unidade

    O século XIX a caminho do ecumenismo

    De Möhler a Leão XIII: teóricos da unidade

    A tentativa de união “em corpo” dos anglicanos a Roma

    O mundo da Reforma em marcha para a unidade

    Os católicos e o movimento para a Unidade: I. Os papas e a doutrina

    Os católicos e o movimento para a Unidade: II. O diálogo que se tornou possível: Malines

    Os católicos e o movimento para a Unidade: III. Uma efervescência criadora

    A oração pela Unidade

    O Conselho Ecumênico das Igrejas

    O caso audacioso da Igreja da Índia meridional

    A caminho do “Ecumenismo”

    A hora de João XXIII

    Este é o último dos volumes da História da Igreja de Cristo, de Daniel-Rops. O autor estava trabalhando no décimo primeiro, que trataria do Concílio Vaticano II e de tantas outras manifestações da vitalidade da Igreja Católica quando faleceu, em 1965. Em Esses nossos irmãos, os cristãos, terceiro tomo de A Igreja das Revoluções, estuda os acontecimentos que, de 1789 até hoje, disseram respeito aos “irmãos separados”, pois a abundância do material o havia obrigado a reservar os dois tomos anteriores para os fatos da Igreja Católica.

    Quem deseje um panorama objetivo e abrangente, mas de leitura cativante, que o ajude a localizar-se no meio das principais Igrejas, denominações, movimentos ou seitas que se declaram protestantes, ortodoxas, monofisitas ou nestorianas, encontrará aqui breves monografias que situam cada uma no seu lugar próprio, um perfil dos seus respectivos fundadores, um esboço da sua doutrina e um retrato da sua situação recente.

    Por outro lado, o autor rejeitou deliberadamente tudo o que pudesse dar ao seu livro um caráter polêmico, por pensar que “uma atitude agressiva, seja qual for o terreno em que se manifeste, nunca procede de um amor autêntico à verdade, mas muito mais de uma adesão sectária a um partido, a um sistema de pensamentos e aos seus preconceitos”. Sem ferir nem a verdade da Revelação nem a da história, teve por objetivo principal compreender e fazer compreender, o primeiro passo no processo desse ecumenismo que, de acordo com o desejo de tantas almas do mundo inteiro, poderá conduzir um dia, se Deus assim o quiser, à união de todos os cristãos.

    O livro abre-se sobre quatro cenas muito vivas, que descrevem o culto em formações protestantes vastamente diferentes. Traça a seguir um corte histórico que, da Reforma aos dias de hoje, recorda e mostra a origem dos grandes ramos protestantes – o luteranismo, as inúmeras derivações do calvinismo, os metodistas e batistas, os pentecostais... – e da Comunhão anglicana.
    No segundo capítulo, o autor, lançando mão do método que já seguiu nos volumes anteriores, faz um corte por assim dizer “geográfico” das grandes massas protestantes no mundo. Percorre desde as Igrejas quase que nacionais dos países nórdicos até o país da máxima pulverização religiosa, que é ao mesmo tempo um “bastião” do protestantismo: os EUA. Traça um quadro da expansão missionária protestante na África e na Ásia – que contou com figuras verdadeiramente impressionantes, como a de Livingstone na África ou de Güntzlaff na China – e do crescimento ocorrido ao longo do século passado na América Latina, para terminar com um breve resumo da situação mundial.

    A seguir, num capítulo riquíssimo sobre o “espírito e a alma do protestantismo”, o autor debruça-se sobre os movimentos de “Despertar” que renovam uma e outra vez as formações nascidas da Reforma, embora dando origem, também uma e outra vez, a novas ramificações. Aqui encontramos retratos de grandes pensadores, como Kierkegaard e os teólogos Karl Barth e Rudolf Bultmann, esboços de correntes de pensamento como o protestantismo liberal e o social, panoramas do movimento de retorno à liturgia e do renascimento monástico consubstanciado em Taizé, estudos sobre as artes, um estudo da vida da alma exemplificado na figura de um “santo”, Toyohiko Kagawa, e um panorama da fragmentação mais recente, que mostra claramente a grande ameaça que paira sobre o futuro do protestantismo.

    O quarto e o quinto capítulo estudam a Ortodoxia, também ela fragmentada em diversas Igrejas autocéfalas, embora mantenha substancialmente a unidade doutrinal; e as antigas Igrejas que se separaram da Igreja Católica entre os séculos III e VI, monofisitas e nestorianas. Além da história, doutrina, espiritualidade, grandes figuras e situação presente, vale a pena destacar o caso da Igreja russa, a maior das ortodoxas e a que mais sofreu com a perseguição comunista.

    O último capítulo traz as palavras duras e comoventes de um protestante converso chinês sobre o triste panorama da “Túnica inconsútil” de Cristo, rasgada pelas misérias humanas: “Os senhores revelaram-nos Jesus Cristo, e estamos agradecidos por isso. Mas também nos trouxeram as suas distinções e divisões: uns pregam o metodismo, outros o luteranismo; outros são congregacionalistas, e outros ainda episcopalianos. O que lhes pedimos é que nos preguem o Evangelho”. É o ponto de partida para debruçar-se sobre a história do movimento ecumênico, que tem congregado tantas esperanças e conta com a bênção de vários papas.
    SKU225
    AutorDaniel-Rops
    Edição
    Páginas646
    ISBN9788574651262
    Formato16 x 23
    EditoraQuadrante

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