Confissões de um converso

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Confissões de um converso

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Robert Hugh Benson, sacerdote anglicano, relata nestas páginas a sua descoberta gradual do catolicismo. A sua conversão causou sensação em toda a Inglaterra do tempo, pois tratava-se nada mais nada menos que do próprio filho do Arcebispo de Cantebury. Ele mesmo, porém, longe de experimentar grandes arrebatos sentimentais ou triunfalistas, confessa que chegou à Igreja “cego, mudo e miserável”, atraído unicamente pelo brilho da “estrela da fé”.

O que talvez impressione mais neste livro seja a honestidade com que Benson enfrentou os próprios preconceitos intelectuais e apegamentos emocionais, além das dificuldades externas, para poder seguir o caminho que sabia ser o único correto. Mas é preciso ressaltar também a completa ausência de amargura para com a Igreja que deixou, sinal certo de que foi apenas o amor à Verdade que o moveu. Há, sem dúvida, comentários duros e firmes, mas nenhum azedume.

Profundamente inglês, apresenta uma profusão de detalhes sobre os seus contemporâneos e sobre os labirintos históricos e doutrinais da confissão anglicana que poderiam desnortear um pouco o leitor desavisado. Mas vale a pena percorrer com ele todo esse caminho, nem que seja apenas para chegar ao capítulo final, que é todo ele um hino à Igreja Católica, comovente e glorioso.

Do ardor que a conversão imprimiu depois à sua vida, encerrada aos 43 anos, é uma amostra vibrante a sua obra A amizade com Cristo (Quadrante, 1996), fecunda para descobrir o modo de relacionar-se com o Verbo encarnado interiormente e no convívio com os homens.