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Rafael Llano Cifuentes
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A maturidade, de Rafael Llano Cifuentes, é uma obra dedicada a um tema central da vida humana: o amadurecimento pessoal. O autor analisa com clareza o que distingue uma personalidade madura de uma imatura e propõe caminhos concretos para o desenvolvimento do caráter.
Mais do que uma reflexão teórica, o livro oferece critérios práticos para quem deseja crescer em equilíbrio, responsabilidade e plenitude humana.
Observamos a toda hora pessoas que ostentam posições de influência e responsabilidade — deputados, juízes, empresários, professores universitários... —, mas que têm um nível psicológico claramente imaturo. Há provas psicotécnicas e testes acadêmicos para verificar capacidades na ordem do saber e do fazer, mas até agora não se encontrou nenhum critério efetivo para analisar essa qualidade central da ordem do ser que é a maturidade. Examinam-se nesta obra os diversos traços que compõem e distinguem a personalidade imatura e a madura, traçando os meios concretos que se podem aplicar para chegar à maturidade. Desenha-se, assim, o atraente retrato do homem de caráter, determinado pela harmônica fusão de todas as virtudes e pela plenitude espiritual e afetiva.
Em A maturidade, Rafael Llano Cifuentes aborda um problema frequentemente ignorado: a diferença entre competência externa e maturidade interior. Em uma sociedade que valoriza resultados, desempenho e reconhecimento, o autor chama a atenção para a necessidade de formar o ser humano em sua totalidade.
A obra analisa traços característicos da imaturidade — como instabilidade, falta de responsabilidade e superficialidade — e os contrapõe às qualidades de uma personalidade madura, marcada por equilíbrio, firmeza e integração interior. Ao fazer isso, oferece ao leitor um verdadeiro mapa de crescimento pessoal.
No catálogo da Quadrante, este livro se destaca no eixo de formação nas virtudes, sendo uma referência para quem deseja desenvolver uma vida mais consistente, tanto no plano humano quanto no espiritual.
A maturidade é indicado para leitores que desejam crescer pessoalmente e desenvolver uma vida mais equilibrada. É especialmente recomendado para:
Trata-se de uma leitura breve, mas densa, com forte valor formativo.
Rafael Llano Cifuentes (1933–2017) formou-se em Direito pela Universidade de Salamanca e doutorou-se também em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino, em Roma. Ordenado sacerdote, desenvolveu intensa atividade pastoral e acadêmica no Brasil.
Foi bispo auxiliar do Rio de Janeiro e posteriormente bispo de Nova Friburgo, destacando-se por seu trabalho nas áreas da família, juventude e formação. Sua produção intelectual reflete uma preocupação constante com a formação integral da pessoa humana.
O livro analisa o que caracteriza a maturidade humana e propõe caminhos concretos para o desenvolvimento do caráter e das virtudes.
Embora tenha base reflexiva, a obra apresenta critérios práticos que ajudam o leitor a identificar e desenvolver a maturidade na vida cotidiana.
Refere-se a uma integração equilibrada das dimensões da pessoa, marcada por responsabilidade, estabilidade e desenvolvimento das virtudes.
Sim. É especialmente útil para jovens em formação, mas também para adultos que desejam crescer em maturidade pessoal.
Seu diferencial está em tratar a maturidade como uma qualidade central da pessoa, indo além de competências externas e oferecendo um caminho real de crescimento interior.
Para quem deseja desenvolver um caráter sólido e alcançar uma verdadeira maturidade humana, A maturidade oferece uma reflexão clara e profundamente formativa, em sintonia com a proposta da Quadrante.
A maturidade, de Rafael Llano Cifuentes, é uma obra dedicada a um tema central da vida humana: o amadurecimento pessoal. O autor analisa com clareza o que distingue uma personalidade madura de uma imatura e propõe caminhos concretos para o desenvolvimento do caráter.
Mais do que uma reflexão teórica, o livro oferece critérios práticos para quem deseja crescer em equilíbrio, responsabilidade e plenitude humana.
Observamos a toda hora pessoas que ostentam posições de influência e responsabilidade — deputados, juízes, empresários, professores universitários... —, mas que têm um nível psicológico claramente imaturo. Há provas psicotécnicas e testes acadêmicos para verificar capacidades na ordem do saber e do fazer, mas até agora não se encontrou nenhum critério efetivo para analisar essa qualidade central da ordem do ser que é a maturidade. Examinam-se nesta obra os diversos traços que compõem e distinguem a personalidade imatura e a madura, traçando os meios concretos que se podem aplicar para chegar à maturidade. Desenha-se, assim, o atraente retrato do homem de caráter, determinado pela harmônica fusão de todas as virtudes e pela plenitude espiritual e afetiva.
Em A maturidade, Rafael Llano Cifuentes aborda um problema frequentemente ignorado: a diferença entre competência externa e maturidade interior. Em uma sociedade que valoriza resultados, desempenho e reconhecimento, o autor chama a atenção para a necessidade de formar o ser humano em sua totalidade.
A obra analisa traços característicos da imaturidade — como instabilidade, falta de responsabilidade e superficialidade — e os contrapõe às qualidades de uma personalidade madura, marcada por equilíbrio, firmeza e integração interior. Ao fazer isso, oferece ao leitor um verdadeiro mapa de crescimento pessoal.
No catálogo da Quadrante, este livro se destaca no eixo de formação nas virtudes, sendo uma referência para quem deseja desenvolver uma vida mais consistente, tanto no plano humano quanto no espiritual.
A maturidade é indicado para leitores que desejam crescer pessoalmente e desenvolver uma vida mais equilibrada. É especialmente recomendado para:
Trata-se de uma leitura breve, mas densa, com forte valor formativo.
Rafael Llano Cifuentes (1933–2017) formou-se em Direito pela Universidade de Salamanca e doutorou-se também em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino, em Roma. Ordenado sacerdote, desenvolveu intensa atividade pastoral e acadêmica no Brasil.
Foi bispo auxiliar do Rio de Janeiro e posteriormente bispo de Nova Friburgo, destacando-se por seu trabalho nas áreas da família, juventude e formação. Sua produção intelectual reflete uma preocupação constante com a formação integral da pessoa humana.
O livro analisa o que caracteriza a maturidade humana e propõe caminhos concretos para o desenvolvimento do caráter e das virtudes.
Embora tenha base reflexiva, a obra apresenta critérios práticos que ajudam o leitor a identificar e desenvolver a maturidade na vida cotidiana.
Refere-se a uma integração equilibrada das dimensões da pessoa, marcada por responsabilidade, estabilidade e desenvolvimento das virtudes.
Sim. É especialmente útil para jovens em formação, mas também para adultos que desejam crescer em maturidade pessoal.
Seu diferencial está em tratar a maturidade como uma qualidade central da pessoa, indo além de competências externas e oferecendo um caminho real de crescimento interior.
Para quem deseja desenvolver um caráter sólido e alcançar uma verdadeira maturidade humana, A maturidade oferece uma reflexão clara e profundamente formativa, em sintonia com a proposta da Quadrante.
Rafael Llano Cifuentes (1933-2017) formou-se em Direito pela Universidade de Salamanca em 1955, obtendo o douto¬rado nessa mesma instituição em 1956. Em dezembro de 1959, doutorou-se em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum) de Roma e ordenou-se sacerdote.
Em 1961, chegou à cidade de São Paulo, onde permaneceu até 1975, quando foi um dos primeiros a começar o trabalho do Opus Dei no Rio de Janeiro. Nomeado Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro a 4 de abril de 1990, recebe a ordenação episcopal em 29 de junho do mesmo ano. Foi responsável pela Pastoral da Juventude, pela Pastoral Universitária e pela Pastoral Familiar. Foi também pro¬fessor de Direito Matrimonial do Instituto Superior de Direito Canônico da Arquidio¬cese do Rio de Janeiro.
Em junho de 2004, assumiu a Diocese de Nova Friburgo, da qual foi bispo até 2010, quando teve sua renúncia por limite de idade aceita pelo Papa Bento XVI. Foi ainda presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB entre 2003 e 2007, e presidente do Conselho Regional Leste I da CNBB de 2007 a 2011.