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Livro O sexo e a cidade irreal: A demolição do espírito ocidental Todos os Livros 14408

Livro O sexo e a cidade irreal: A demolição do espírito ocidental

Anthony Esolen Quadrante Editora
0,0 / 5,0 (0 avaliações )

Descrição

Sobre o produto

Algo se perdeu no mundo contemporâneo. Não apenas um valor ou uma norma, mas algo mais fundamental: o contato com a realidade. O corpo pode ser redefinido, a linguagem pode ser esvaziada, a verdade pode ser substituída por sentimentos, e ainda assim ninguém parece sentir o chão ceder. É nesse ponto que Anthony Esolen ergue sua análise, e a imagem que ele escolhe para descrevê-la tem a força de uma metáfora perfeita: a Cidade Irreal.

O sexo e a cidade irreal: a demolição do espírito ocidental é um ensaio de crítica cultural que vai muito além da sexualidade. A sexualidade aparece, sim, como um dos pontos onde a ruptura com o real se torna mais visível, mas o livro trata de algo mais amplo: a perda da realidade como horizonte da cultura ocidental. Linguagem, educação, arte, religião, relações humanas, tudo passa pelo mesmo diagnóstico. E o mesmo caminho de retorno.

Esolen não escreve para reagir ao presente. Escreve para compreendê-lo, com a profundidade que a tradição clássica, a teologia cristã e uma inteligência literária rara tornam possível. O resultado é uma obra de formação, exigente e necessária, para quem deseja entender o tempo em que vive, sem se contentar com explicações superficiais.

Descrição original

A Cidade Irreal: uma megalópole de desenho animado cujas torres são construídas de algodão-doce, os fatos se espalham como pó de pirlimpimpim e a verdade não é senão aquilo que nossos sentimentos dizem ser. Parece fantasia, mas é precisamente onde vivemos. Eis o nosso mundo de hoje. Nós habitamos a Cidade Irreal e a defendemos com unhas e dentes.

Com um humor perspicaz, o poeta e professor Anthony Esolen conduz o leitor pelas ruínas do mundo ocidental, por megastores de livros, campi universitários impecavelmente cuidados, coros iluminados por luzes estroboscópicas, fazendas mecanizadas, tribunais de divórcio, bibliotecas frequentadas por drag queens e muito mais. Este guia hilariante de uma cultura enlouquecida pelo sexo e pelo cuidado de si não mede palavras nem poupa egos. Nós, habitantes da Cidade Irreal, não somos melhores, e certamente não somos mais inteligentes, do que nossos avós, e este livro não deixa dúvidas quanto a isso.

Mas não tenhamos medo. O sexo e a cidade irreal insiste em que não é preciso se acomodar no nono círculo da irrealidade. Esolen acende uma tocha e ilumina o caminho que devemos trilhar rumo a um mundo mais limpo, mais bondoso, mais belo e mais verdadeiro: em suma, mais real. Ao longo do percurso, ele retoma a sabedoria de mestres há muito esquecidos, Shakespeare, Dante, Milton, os evangelistas, e nos convida a aprender com cada um deles.

Leitura complementar

A força do livro está na unidade de sua imagem central. A Cidade Irreal não é apenas um recurso retórico: é uma chave interpretativa que organiza fenômenos aparentemente dispersos sob uma mesma lógica. Quando a cultura perde o contato com a realidade do corpo, a linguagem começa a se dissolver. Quando a linguagem se dissolve, a educação deixa de transmitir verdade. Quando a educação fracassa, as relações humanas perdem consistência. Esolen mostra que esses fenômenos não são coincidências, são consequências.

A tradição clássica não aparece como ornamento erudito, mas como evidência. Dante, Shakespeare e Milton são convocados porque preservam uma compreensão mais íntegra do que é humano. Esse recurso distingue o livro de obras que se limitam a descrever sintomas: aqui, os sintomas são iluminados por uma inteligência formada na longa duração.

A dimensão teológica é estrutural, não decorativa. O diagnóstico de Esolen chega, inevitavelmente, à pergunta sobre Deus: uma cultura que nega a criação acaba negando o criado. E o caminho de retorno ao real passa, para o autor, pela encarnação, pela verdade do corpo e pela fé cristã como fundamento de uma visão integrada da existência humana.

Para o leitor do catálogo Quadrante, este livro funciona como aprofundamento natural de um percurso formativo. Quem já leu As mentiras do nosso tempo, do mesmo autor, encontrará aqui uma elaboração mais ampla e mais densa. Quem chegou à obra pela trilha de crítica cultural, com títulos como A cultura woke e As falsas promessas da revolução sexual, encontrará um livro que eleva o nível da análise.

Por que conhecer este produto?

  • Oferece um diagnóstico da crise cultural contemporânea que vai além de sintomas morais ou políticos, alcançando suas raízes filosóficas, antropológicas e espirituais, com a profundidade que o momento exige.
  • A imagem da Cidade Irreal funciona como uma chave interpretativa original e coesa, capaz de unificar fenômenos distintos, da linguagem à sexualidade, da educação à religião, sob uma mesma lógica de ruptura com o real.
  • Anthony Esolen integra, com rara capacidade de síntese, a tradição literária clássica, a filosofia moral e a teologia cristã, produzindo uma leitura que forma o leitor em vez de apenas informá-lo.
  • O livro não se encerra no diagnóstico: propõe um caminho concreto de retorno à realidade, fundado na verdade do corpo, na criação e na encarnação, o que confere à obra um horizonte construtivo.
  • Trata-se de obra inédita no Brasil, de um autor com presença consolidada no catálogo Quadrante e reconhecimento internacional no campo da crítica cultural cristã, o que garante qualidade e continuidade formativa.

Como este produto pode ser aproveitado?

O livro se presta antes de tudo à leitura individual formativa, para quem deseja compreender o mundo contemporâneo com profundidade e sem simplificações. Pela densidade do texto e pela presença constante de referências clássicas, é uma obra que recompensa a leitura atenta e pausada, em vez de uma leitura de consumo rápido.

Em grupos de estudo, cursos de formação cultural, círculos filosóficos e programas de leitura em contextos acadêmicos ou pastorais, o livro oferece material rico para discussão. Cada capítulo pode servir como ponto de partida para reflexões sobre linguagem, educação, sexualidade, tradição e fé, sem perder a coerência do conjunto. É também uma referência útil para educadores, formadores e líderes culturais que buscam argumentação consistente sobre os desafios do tempo presente.

Para quem este produto é indicado

O livro é indicado para leitores com interesse em formação cultural, filosófica e teológica, especialmente aqueles que buscam compreender a crise contemporânea em suas raízes, e não apenas em seus sintomas. Cristãos que desejam integrar fé e inteligência na leitura do mundo encontrarão nesta obra uma referência sólida e estimulante.

É particularmente recomendado para quem já leu outros títulos do mesmo autor ou da trilha de formação para os desafios de hoje: a obra pressupõe um leitor disposto à exigência intelectual. Não é uma leitura de iniciação, mas de aprofundamento. Educadores, formadores, estudantes de humanidades e todos que buscam pensar criticamente a cultura contemporânea a partir de uma perspectiva enraizada na tradição ocidental e cristã encontrarão aqui uma contribuição de alto nível.

Informações do produto

  • Título: O sexo e a cidade irreal
  • Subtítulo: A demolição do espírito ocidental
  • Autor: Anthony Esolen
  • Editora: Quadrante
  • ISBN: 978-65-287-0149-0
  • Número de páginas: 256
  • Formato: 16,0 x 23,0 cm
  • Tipo de capa: Brochura
  • Categoria: Inédito
  • Trilha de formação: Formação para os desafios de hoje
  • Tipo de produto: Livro

Sobre o autor

Anthony Esolen nasceu em 1959, graduou-se suma cum laude em Princeton e doutorou-se na Universidade da Carolina do Norte. Professor, ensaísta, poeta e tradutor, é reconhecido por sua atuação na crítica cultural contemporânea e por suas traduções de obras fundamentais da tradição ocidental, entre elas a Divina Comédia de Dante, o tratado Sobre a natureza das coisas de Lucrécio e o épico Jerusalém libertada de Torquato Tasso. Autor de mais de vinte e cinco livros, leciona atualmente no Magdalen College of the Liberal Arts, em New Hampshire. Pela Quadrante, também publicou As mentiras do nosso tempo.

Perguntas frequentes

Este livro é apenas uma crítica à revolução sexual ou ao chamado "mundo woke"?

Não. A sexualidade e os debates culturais recentes aparecem no livro como sintomas de uma crise mais profunda: a ruptura da cultura ocidental com a realidade do corpo, da natureza, da linguagem e de Deus. O diagnóstico de Esolen é filosófico e teológico, não conjuntural, o que dá à obra alcance e longevidade muito maiores do que um comentário sobre debates do momento.

O que é a "Cidade Irreal" de que o título fala?

É a imagem central do livro: uma cultura construída sobre negações, da natureza humana, da verdade objetiva, do corpo como dado, de Deus como fundamento. Não é um lugar físico, mas uma condição cultural: uma civilização que tenta se sustentar sobre aquilo que não corresponde ao real e que, por isso, permanece instável.

O livro é acessível ou exige formação prévia?

É uma leitura exigente, com presença constante de referências clássicas como Dante, Shakespeare e Milton. Não exige formação técnica especializada, mas pressupõe um leitor disposto à atenção e à reflexão. É uma obra de formação, pensada para quem deseja compreender em profundidade, não para quem busca consumo rápido.

O autor propõe soluções ou apenas diagnostica a crise?

Propõe um caminho claro, ainda que não no formato de um programa político ou prático. O retorno ao real, passando pela redescoberta da verdade do corpo, pela recuperação da linguagem como expressão do que existe e pelo reencontro com a dimensão transcendente da vida humana, é a resposta que o livro sustenta ao longo de seus capítulos.

Este livro dialoga com outros títulos do catálogo Quadrante?

Sim, de forma direta. Para quem leu As mentiras do nosso tempo, do mesmo autor, este livro representa um aprofundamento e uma ampliação do diagnóstico. Conversa também com A cultura woke e As falsas promessas da revolução sexual, integrando a mesma trilha de formação para compreensão crítica da cultura contemporânea.

O livro é pessimista diante da crise que descreve?

Não. O diagnóstico é severo e sem concessões, mas o horizonte é de reconstrução. Esolen parte da convicção de que a realidade não desaparece porque é negada: ela pode ser redescoberta. O livro termina com um convite, não com um lamento, o que o torna formativo em vez de meramente crítico.

O contexto americano do autor limita a leitura para o leitor brasileiro?

Não de forma significativa. Embora Esolen escreva a partir da experiência norte-americana, os fenômenos que analisa são de alcance ocidental. A dissolução da linguagem, a desorientação sobre o corpo humano, o esvaziamento da educação e a crise das instituições são realidades presentes também no Brasil e em toda a cultura de matriz ocidental.

Uma cidade que não se sustenta, e o caminho de volta

Toda construção que nega a realidade carrega em si a marca da fragilidade. Pode crescer, pode ser defendida com ardor, pode convencer multidões, mas não pode durar, porque não está fundada sobre aquilo que existe. Essa é a tese central de Esolen, e ela atravessa cada capítulo com a força de uma argumentação que não se contenta com a superfície.

O sexo e a cidade irreal é, nesse sentido, um livro raro: exige o leitor que ele merece, e devolve a esse leitor algo que poucos livros sobre o tempo presente conseguem oferecer, uma chave para compreender não apenas o que está acontecendo, mas por que está acontecendo, e para onde devemos olhar se quisermos recuperar o que foi perdido.

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Descrição do produto

Sobre o produto

Algo se perdeu no mundo contemporâneo. Não apenas um valor ou uma norma, mas algo mais fundamental: o contato com a realidade. O corpo pode ser redefinido, a linguagem pode ser esvaziada, a verdade pode ser substituída por sentimentos, e ainda assim ninguém parece sentir o chão ceder. É nesse ponto que Anthony Esolen ergue sua análise, e a imagem que ele escolhe para descrevê-la tem a força de uma metáfora perfeita: a Cidade Irreal.

O sexo e a cidade irreal: a demolição do espírito ocidental é um ensaio de crítica cultural que vai muito além da sexualidade. A sexualidade aparece, sim, como um dos pontos onde a ruptura com o real se torna mais visível, mas o livro trata de algo mais amplo: a perda da realidade como horizonte da cultura ocidental. Linguagem, educação, arte, religião, relações humanas, tudo passa pelo mesmo diagnóstico. E o mesmo caminho de retorno.

Esolen não escreve para reagir ao presente. Escreve para compreendê-lo, com a profundidade que a tradição clássica, a teologia cristã e uma inteligência literária rara tornam possível. O resultado é uma obra de formação, exigente e necessária, para quem deseja entender o tempo em que vive, sem se contentar com explicações superficiais.

Descrição original

A Cidade Irreal: uma megalópole de desenho animado cujas torres são construídas de algodão-doce, os fatos se espalham como pó de pirlimpimpim e a verdade não é senão aquilo que nossos sentimentos dizem ser. Parece fantasia, mas é precisamente onde vivemos. Eis o nosso mundo de hoje. Nós habitamos a Cidade Irreal e a defendemos com unhas e dentes.

Com um humor perspicaz, o poeta e professor Anthony Esolen conduz o leitor pelas ruínas do mundo ocidental, por megastores de livros, campi universitários impecavelmente cuidados, coros iluminados por luzes estroboscópicas, fazendas mecanizadas, tribunais de divórcio, bibliotecas frequentadas por drag queens e muito mais. Este guia hilariante de uma cultura enlouquecida pelo sexo e pelo cuidado de si não mede palavras nem poupa egos. Nós, habitantes da Cidade Irreal, não somos melhores, e certamente não somos mais inteligentes, do que nossos avós, e este livro não deixa dúvidas quanto a isso.

Mas não tenhamos medo. O sexo e a cidade irreal insiste em que não é preciso se acomodar no nono círculo da irrealidade. Esolen acende uma tocha e ilumina o caminho que devemos trilhar rumo a um mundo mais limpo, mais bondoso, mais belo e mais verdadeiro: em suma, mais real. Ao longo do percurso, ele retoma a sabedoria de mestres há muito esquecidos, Shakespeare, Dante, Milton, os evangelistas, e nos convida a aprender com cada um deles.

Leitura complementar

A força do livro está na unidade de sua imagem central. A Cidade Irreal não é apenas um recurso retórico: é uma chave interpretativa que organiza fenômenos aparentemente dispersos sob uma mesma lógica. Quando a cultura perde o contato com a realidade do corpo, a linguagem começa a se dissolver. Quando a linguagem se dissolve, a educação deixa de transmitir verdade. Quando a educação fracassa, as relações humanas perdem consistência. Esolen mostra que esses fenômenos não são coincidências, são consequências.

A tradição clássica não aparece como ornamento erudito, mas como evidência. Dante, Shakespeare e Milton são convocados porque preservam uma compreensão mais íntegra do que é humano. Esse recurso distingue o livro de obras que se limitam a descrever sintomas: aqui, os sintomas são iluminados por uma inteligência formada na longa duração.

A dimensão teológica é estrutural, não decorativa. O diagnóstico de Esolen chega, inevitavelmente, à pergunta sobre Deus: uma cultura que nega a criação acaba negando o criado. E o caminho de retorno ao real passa, para o autor, pela encarnação, pela verdade do corpo e pela fé cristã como fundamento de uma visão integrada da existência humana.

Para o leitor do catálogo Quadrante, este livro funciona como aprofundamento natural de um percurso formativo. Quem já leu As mentiras do nosso tempo, do mesmo autor, encontrará aqui uma elaboração mais ampla e mais densa. Quem chegou à obra pela trilha de crítica cultural, com títulos como A cultura woke e As falsas promessas da revolução sexual, encontrará um livro que eleva o nível da análise.

Por que conhecer este produto?

  • Oferece um diagnóstico da crise cultural contemporânea que vai além de sintomas morais ou políticos, alcançando suas raízes filosóficas, antropológicas e espirituais, com a profundidade que o momento exige.
  • A imagem da Cidade Irreal funciona como uma chave interpretativa original e coesa, capaz de unificar fenômenos distintos, da linguagem à sexualidade, da educação à religião, sob uma mesma lógica de ruptura com o real.
  • Anthony Esolen integra, com rara capacidade de síntese, a tradição literária clássica, a filosofia moral e a teologia cristã, produzindo uma leitura que forma o leitor em vez de apenas informá-lo.
  • O livro não se encerra no diagnóstico: propõe um caminho concreto de retorno à realidade, fundado na verdade do corpo, na criação e na encarnação, o que confere à obra um horizonte construtivo.
  • Trata-se de obra inédita no Brasil, de um autor com presença consolidada no catálogo Quadrante e reconhecimento internacional no campo da crítica cultural cristã, o que garante qualidade e continuidade formativa.

Como este produto pode ser aproveitado?

O livro se presta antes de tudo à leitura individual formativa, para quem deseja compreender o mundo contemporâneo com profundidade e sem simplificações. Pela densidade do texto e pela presença constante de referências clássicas, é uma obra que recompensa a leitura atenta e pausada, em vez de uma leitura de consumo rápido.

Em grupos de estudo, cursos de formação cultural, círculos filosóficos e programas de leitura em contextos acadêmicos ou pastorais, o livro oferece material rico para discussão. Cada capítulo pode servir como ponto de partida para reflexões sobre linguagem, educação, sexualidade, tradição e fé, sem perder a coerência do conjunto. É também uma referência útil para educadores, formadores e líderes culturais que buscam argumentação consistente sobre os desafios do tempo presente.

Para quem este produto é indicado

O livro é indicado para leitores com interesse em formação cultural, filosófica e teológica, especialmente aqueles que buscam compreender a crise contemporânea em suas raízes, e não apenas em seus sintomas. Cristãos que desejam integrar fé e inteligência na leitura do mundo encontrarão nesta obra uma referência sólida e estimulante.

É particularmente recomendado para quem já leu outros títulos do mesmo autor ou da trilha de formação para os desafios de hoje: a obra pressupõe um leitor disposto à exigência intelectual. Não é uma leitura de iniciação, mas de aprofundamento. Educadores, formadores, estudantes de humanidades e todos que buscam pensar criticamente a cultura contemporânea a partir de uma perspectiva enraizada na tradição ocidental e cristã encontrarão aqui uma contribuição de alto nível.

Informações do produto

  • Título: O sexo e a cidade irreal
  • Subtítulo: A demolição do espírito ocidental
  • Autor: Anthony Esolen
  • Editora: Quadrante
  • ISBN: 978-65-287-0149-0
  • Número de páginas: 256
  • Formato: 16,0 x 23,0 cm
  • Tipo de capa: Brochura
  • Categoria: Inédito
  • Trilha de formação: Formação para os desafios de hoje
  • Tipo de produto: Livro

Sobre o autor

Anthony Esolen nasceu em 1959, graduou-se suma cum laude em Princeton e doutorou-se na Universidade da Carolina do Norte. Professor, ensaísta, poeta e tradutor, é reconhecido por sua atuação na crítica cultural contemporânea e por suas traduções de obras fundamentais da tradição ocidental, entre elas a Divina Comédia de Dante, o tratado Sobre a natureza das coisas de Lucrécio e o épico Jerusalém libertada de Torquato Tasso. Autor de mais de vinte e cinco livros, leciona atualmente no Magdalen College of the Liberal Arts, em New Hampshire. Pela Quadrante, também publicou As mentiras do nosso tempo.

Perguntas frequentes

Este livro é apenas uma crítica à revolução sexual ou ao chamado "mundo woke"?

Não. A sexualidade e os debates culturais recentes aparecem no livro como sintomas de uma crise mais profunda: a ruptura da cultura ocidental com a realidade do corpo, da natureza, da linguagem e de Deus. O diagnóstico de Esolen é filosófico e teológico, não conjuntural, o que dá à obra alcance e longevidade muito maiores do que um comentário sobre debates do momento.

O que é a "Cidade Irreal" de que o título fala?

É a imagem central do livro: uma cultura construída sobre negações, da natureza humana, da verdade objetiva, do corpo como dado, de Deus como fundamento. Não é um lugar físico, mas uma condição cultural: uma civilização que tenta se sustentar sobre aquilo que não corresponde ao real e que, por isso, permanece instável.

O livro é acessível ou exige formação prévia?

É uma leitura exigente, com presença constante de referências clássicas como Dante, Shakespeare e Milton. Não exige formação técnica especializada, mas pressupõe um leitor disposto à atenção e à reflexão. É uma obra de formação, pensada para quem deseja compreender em profundidade, não para quem busca consumo rápido.

O autor propõe soluções ou apenas diagnostica a crise?

Propõe um caminho claro, ainda que não no formato de um programa político ou prático. O retorno ao real, passando pela redescoberta da verdade do corpo, pela recuperação da linguagem como expressão do que existe e pelo reencontro com a dimensão transcendente da vida humana, é a resposta que o livro sustenta ao longo de seus capítulos.

Este livro dialoga com outros títulos do catálogo Quadrante?

Sim, de forma direta. Para quem leu As mentiras do nosso tempo, do mesmo autor, este livro representa um aprofundamento e uma ampliação do diagnóstico. Conversa também com A cultura woke e As falsas promessas da revolução sexual, integrando a mesma trilha de formação para compreensão crítica da cultura contemporânea.

O livro é pessimista diante da crise que descreve?

Não. O diagnóstico é severo e sem concessões, mas o horizonte é de reconstrução. Esolen parte da convicção de que a realidade não desaparece porque é negada: ela pode ser redescoberta. O livro termina com um convite, não com um lamento, o que o torna formativo em vez de meramente crítico.

O contexto americano do autor limita a leitura para o leitor brasileiro?

Não de forma significativa. Embora Esolen escreva a partir da experiência norte-americana, os fenômenos que analisa são de alcance ocidental. A dissolução da linguagem, a desorientação sobre o corpo humano, o esvaziamento da educação e a crise das instituições são realidades presentes também no Brasil e em toda a cultura de matriz ocidental.

Uma cidade que não se sustenta, e o caminho de volta

Toda construção que nega a realidade carrega em si a marca da fragilidade. Pode crescer, pode ser defendida com ardor, pode convencer multidões, mas não pode durar, porque não está fundada sobre aquilo que existe. Essa é a tese central de Esolen, e ela atravessa cada capítulo com a força de uma argumentação que não se contenta com a superfície.

O sexo e a cidade irreal é, nesse sentido, um livro raro: exige o leitor que ele merece, e devolve a esse leitor algo que poucos livros sobre o tempo presente conseguem oferecer, uma chave para compreender não apenas o que está acontecendo, mas por que está acontecendo, e para onde devemos olhar se quisermos recuperar o que foi perdido.

Ficha técnica

SKU14408
AutorAnthony Esolen
Edição
Páginas256
ISBN9786528701490
Formato16,0 cm x 23,0 cm
EditoraQuadrante Editora
CapaMole - Comum - Brochura

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