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Nostalgia de Deus, de Paulo Oriente Franciulli, é uma obra de formação espiritual que propõe uma leitura mais profunda de uma experiência humana muito comum, mas nem sempre bem compreendida: a sensação de que nada neste mundo satisfaz plenamente o coração. Em vez de tratar a nostalgia como mera saudade ou tristeza difusa, o livro a interpreta como sinal de um desejo mais radical, o desejo de Deus e da felicidade plena.
Esta obra é especialmente valiosa para quem busca compreender melhor a própria inquietação interior à luz da tradição cristã. Com clareza conceitual e densidade teológica, o autor mostra que a nostalgia pode ser lida como um indício da vocação humana à comunhão com Deus, oferecendo ao leitor uma chave sólida para interpretar a vida interior, a esperança e o sentido da existência.
“Nostalgia”: palavra tão comum que talvez já tenhamos perdido as nuances de seu sentido. Muitos hão de confundi-la com a mera saudade; outros, com uma tristeza difusa, sem causa ou objeto. Assim, deixam de notar que um espírito nostálgico diz muito mais sobre a natureza e o fim do homem do que pode parecer. Neste livro, Paulo Oriente Franciulli percorre as características da nostalgia a fim de revelar que ela é sintoma de um anelo muito profundo de nosso coração e que, por isso mesmo, pode se converter num importante motor para chegarmos àquilo para o qual fomos criados: a felicidade plena, eterna, no Paraíso.
Seu diferencial está em tomar uma palavra frequentemente banalizada e elevá-la a uma reflexão espiritual e antropológica de grande alcance. Nostalgia de Deus não é um livro de autoajuda, nem um devocional de consolo imediato. É um ensaio breve e formativo que ajuda o leitor a perceber que a experiência do vazio, da inquietação e do desejo de plenitude pode revelar algo essencial sobre a condição humana.
Dentro do catálogo da Quadrante, a obra se encaixa com força na trilha de formação espiritual, especialmente para leitores que desejam unir vida interior, clareza intelectual e esperança cristã. Trata-se de uma leitura acessível, mas exigente, que não simplifica a experiência humana nem a reduz a explicações emocionais. Ao contrário, oferece uma compreensão mais alta e mais verdadeira do coração humano, orientando-o para seu fim último em Deus.
O leitor encontrará aqui uma reflexão útil para leitura pessoal, meditação e formação contínua. É uma obra particularmente fecunda para quem atravessa perguntas sobre sentido, felicidade, insatisfação e transcendência, e deseja interpretá-las à luz da fé cristã com linguagem sóbria e coerente.
Paulo Oriente Franciulli, nascido em 1962, foi ordenado sacerdote em 2015. É formado em Direito pela Universidade de São Paulo, mestre em Direito Privado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutor em Teologia Dogmática pela Università della Santa Croce, em Roma.
O livro trata da nostalgia entendida em sentido mais profundo do que o uso comum da palavra. A obra mostra como essa experiência pode revelar o desejo de Deus inscrito no coração humano e orientar a pessoa para a felicidade plena e eterna.
É indicada para leitores que buscam formação espiritual séria, especialmente aqueles interessados em compreender melhor a inquietação interior, o sentido da vida e a relação entre desejo humano e transcendência.
Trata-se de uma obra acessível na linguagem, mas densa no conteúdo. É indicada para o leitor não especialista que deseja uma reflexão mais profunda, sem academicismo excessivo.
O tema central é a nostalgia de Deus como marca da condição humana. O autor propõe que aquilo que muitas vezes parece vazio ou insatisfação pode ser compreendido como sinal de uma vocação mais alta, a comunhão com Deus.
Seu diferencial está em reinterpretar um conceito comum de maneira espiritualmente rica e intelectualmente sólida. Em vez de sentimentalismo, o livro oferece uma visão antropológica e teológica da nostalgia, iluminando a vida interior com esperança e clareza.
Sim. A obra pode contribuir muito para a formação espiritual, especialmente por ajudar o leitor a compreender melhor o desejo de plenitude, a esperança cristã e a orientação última da vida humana.
Pelos dados fornecidos, trata-se de um ensaio de espiritualidade com forte dimensão reflexiva. Embora favoreça a vida interior, não se apresenta como devocional prático, mas como obra de compreensão e aprofundamento.
Esta edição tem 224 páginas.
Se você deseja compreender melhor a inquietação do coração humano e descobrir como ela pode conduzir a Deus e à esperança cristã, Nostalgia de Deus é uma leitura de grande valor. Adquira esta obra e continue sua formação com a Quadrante.
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Nostalgia de Deus, de Paulo Oriente Franciulli, é uma obra de formação espiritual que propõe uma leitura mais profunda de uma experiência humana muito comum, mas nem sempre bem compreendida: a sensação de que nada neste mundo satisfaz plenamente o coração. Em vez de tratar a nostalgia como mera saudade ou tristeza difusa, o livro a interpreta como sinal de um desejo mais radical, o desejo de Deus e da felicidade plena.
Esta obra é especialmente valiosa para quem busca compreender melhor a própria inquietação interior à luz da tradição cristã. Com clareza conceitual e densidade teológica, o autor mostra que a nostalgia pode ser lida como um indício da vocação humana à comunhão com Deus, oferecendo ao leitor uma chave sólida para interpretar a vida interior, a esperança e o sentido da existência.
“Nostalgia”: palavra tão comum que talvez já tenhamos perdido as nuances de seu sentido. Muitos hão de confundi-la com a mera saudade; outros, com uma tristeza difusa, sem causa ou objeto. Assim, deixam de notar que um espírito nostálgico diz muito mais sobre a natureza e o fim do homem do que pode parecer. Neste livro, Paulo Oriente Franciulli percorre as características da nostalgia a fim de revelar que ela é sintoma de um anelo muito profundo de nosso coração e que, por isso mesmo, pode se converter num importante motor para chegarmos àquilo para o qual fomos criados: a felicidade plena, eterna, no Paraíso.
Seu diferencial está em tomar uma palavra frequentemente banalizada e elevá-la a uma reflexão espiritual e antropológica de grande alcance. Nostalgia de Deus não é um livro de autoajuda, nem um devocional de consolo imediato. É um ensaio breve e formativo que ajuda o leitor a perceber que a experiência do vazio, da inquietação e do desejo de plenitude pode revelar algo essencial sobre a condição humana.
Dentro do catálogo da Quadrante, a obra se encaixa com força na trilha de formação espiritual, especialmente para leitores que desejam unir vida interior, clareza intelectual e esperança cristã. Trata-se de uma leitura acessível, mas exigente, que não simplifica a experiência humana nem a reduz a explicações emocionais. Ao contrário, oferece uma compreensão mais alta e mais verdadeira do coração humano, orientando-o para seu fim último em Deus.
O leitor encontrará aqui uma reflexão útil para leitura pessoal, meditação e formação contínua. É uma obra particularmente fecunda para quem atravessa perguntas sobre sentido, felicidade, insatisfação e transcendência, e deseja interpretá-las à luz da fé cristã com linguagem sóbria e coerente.
Paulo Oriente Franciulli, nascido em 1962, foi ordenado sacerdote em 2015. É formado em Direito pela Universidade de São Paulo, mestre em Direito Privado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutor em Teologia Dogmática pela Università della Santa Croce, em Roma.
O livro trata da nostalgia entendida em sentido mais profundo do que o uso comum da palavra. A obra mostra como essa experiência pode revelar o desejo de Deus inscrito no coração humano e orientar a pessoa para a felicidade plena e eterna.
É indicada para leitores que buscam formação espiritual séria, especialmente aqueles interessados em compreender melhor a inquietação interior, o sentido da vida e a relação entre desejo humano e transcendência.
Trata-se de uma obra acessível na linguagem, mas densa no conteúdo. É indicada para o leitor não especialista que deseja uma reflexão mais profunda, sem academicismo excessivo.
O tema central é a nostalgia de Deus como marca da condição humana. O autor propõe que aquilo que muitas vezes parece vazio ou insatisfação pode ser compreendido como sinal de uma vocação mais alta, a comunhão com Deus.
Seu diferencial está em reinterpretar um conceito comum de maneira espiritualmente rica e intelectualmente sólida. Em vez de sentimentalismo, o livro oferece uma visão antropológica e teológica da nostalgia, iluminando a vida interior com esperança e clareza.
Sim. A obra pode contribuir muito para a formação espiritual, especialmente por ajudar o leitor a compreender melhor o desejo de plenitude, a esperança cristã e a orientação última da vida humana.
Pelos dados fornecidos, trata-se de um ensaio de espiritualidade com forte dimensão reflexiva. Embora favoreça a vida interior, não se apresenta como devocional prático, mas como obra de compreensão e aprofundamento.
Esta edição tem 224 páginas.
Se você deseja compreender melhor a inquietação do coração humano e descobrir como ela pode conduzir a Deus e à esperança cristã, Nostalgia de Deus é uma leitura de grande valor. Adquira esta obra e continue sua formação com a Quadrante.