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Vida Interior
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«Ecce homo! Eis o homem!». As palavras com que Pilatos nos apresenta o Senhor, feito um retábulo de dores, deveriam cravar-se diretamente na medula da nossa alma. «Eis o homem», o Homem por antonomásia: o nosso Modelo, o nosso Padrão e, por isso, o nosso Juiz.
Precisamos, pois, gravar a sua imagem no nosso coração: vê-lO, contemplá-lO, espelhá-lO no nosso íntimo. Estas quarenta meditações destinam-se a isso: a ajudar-nos a contemplar a Santíssima Humanidade de Cristo na sua Paixão, sim, e também na Ressurreição que se lhe segue.
Aprenderemos assim a pôr o coração no Senhor, a tê-lO verdadeiramente como um Amigo que não hesitou em dar a própria vida por nós.
Em A cruz de Cristo, Francisco Fernández Carvajal conduz o leitor por um itinerário espiritual profundo, centrado na contemplação da Paixão e no encontro pessoal com Cristo.
Este livro é um convite à contemplação. Por meio de quarenta meditações, o leitor é levado a aprofundar a relação com Cristo, compreendendo melhor o sentido do sofrimento, do amor e da redenção.
A obra ajuda a transformar a leitura em oração, favorecendo o recolhimento interior e o crescimento espiritual, especialmente em tempos litúrgicos como a Quaresma.
Francisco Fernández Carvajal é sacerdote da Prelazia do Opus Dei e autor de diversas obras de espiritualidade amplamente difundidas. Sua série Em Conversa com Deus reúne centenas de meditações utilizadas ao longo do ano litúrgico e já foi traduzida para vários idiomas, alcançando milhões de leitores.
Sim. As meditações são especialmente adequadas para esse período, mas podem ser lidas em qualquer momento do ano.
É um livro pensado para leitura meditativa, ideal para ser lido aos poucos, em momentos de oração.
Sim. Apesar da profundidade espiritual, a linguagem é clara e acessível.
Não. Embora centrado na Paixão, também conduz o leitor à Ressurreição, oferecendo uma visão completa do mistério cristão.
«Ecce homo! Eis o homem!». As palavras com que Pilatos nos apresenta o Senhor, feito um retábulo de dores, deveriam cravar-se diretamente na medula da nossa alma. «Eis o homem», o Homem por antonomásia: o nosso Modelo, o nosso Padrão e, por isso, o nosso Juiz.
Precisamos, pois, gravar a sua imagem no nosso coração: vê-lO, contemplá-lO, espelhá-lO no nosso íntimo. Estas quarenta meditações destinam-se a isso: a ajudar-nos a contemplar a Santíssima Humanidade de Cristo na sua Paixão, sim, e também na Ressurreição que se lhe segue.
Aprenderemos assim a pôr o coração no Senhor, a tê-lO verdadeiramente como um Amigo que não hesitou em dar a própria vida por nós.
Em A cruz de Cristo, Francisco Fernández Carvajal conduz o leitor por um itinerário espiritual profundo, centrado na contemplação da Paixão e no encontro pessoal com Cristo.
Este livro é um convite à contemplação. Por meio de quarenta meditações, o leitor é levado a aprofundar a relação com Cristo, compreendendo melhor o sentido do sofrimento, do amor e da redenção.
A obra ajuda a transformar a leitura em oração, favorecendo o recolhimento interior e o crescimento espiritual, especialmente em tempos litúrgicos como a Quaresma.
Francisco Fernández Carvajal é sacerdote da Prelazia do Opus Dei e autor de diversas obras de espiritualidade amplamente difundidas. Sua série Em Conversa com Deus reúne centenas de meditações utilizadas ao longo do ano litúrgico e já foi traduzida para vários idiomas, alcançando milhões de leitores.
Sim. As meditações são especialmente adequadas para esse período, mas podem ser lidas em qualquer momento do ano.
É um livro pensado para leitura meditativa, ideal para ser lido aos poucos, em momentos de oração.
Sim. Apesar da profundidade espiritual, a linguagem é clara e acessível.
Não. Embora centrado na Paixão, também conduz o leitor à Ressurreição, oferecendo uma visão completa do mistério cristão.
O Padre Francisco Fernández Carvajal é sacerdote da Prelazia do Opus Dei e autor de muitas obras espirituais populares. Sua série de sete volumes, Em Conversa com Deus, fornece mais de 500 meditações para serem usadas durante todo o ano litúrgico. Vendeu mais de 2 milhões de cópias e foi traduzido para vários idiomas.