A inquietação religiosa

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A inquietação religiosa

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«Há inquietação quando não há paz, quando o espírito anda desordenado e não consegue alcançar a serenidade interior no meio das ocupações da vida diária. No terreno religioso, a inquietação existe também quando há desordem na alma, isto é, sempre que o homem, perante Deus, toma outro ponto de partida que não o próprio Deus. Às vezes, porém, é difícil ter consciência clara dessa verdade decisiva» (trecho do artigo «A inquietação religiosa»). «Algumas vezes ouve-se dizer: “Perdi a fé!”. Outras escuta-se: “Que hei de fazer, se não tenho fé?”. Também não faltam ocasiões em que ouvimos algumas pessoas dizer: “Eu, se tivesse fé, não faria como os outros; iria até as últimas consequências”. Atitudes desse gênero são bastante frequentes e chegam a tornar-se familiares para nós, a ponto de as considerarmos naturais na vida do espírito. No entanto, que se deve pensar dessas afirmações? [...] «Na verdade, seria a fé tão sutil e tão débil que, num belo dia, ao acordarmos, nos possamos encontrar sem ela? Nesse desaparecimento da fé ou nas dificuldades que se amontoam para que ela volte, caberá ao homem alguma responsabilidade? A culpa não será antes de Deus – pensará alguém –, que não dá a fé a quem quereria possuí-la, como se fosse insensível aos bons desejos dos homens retos que aspiram a ser coerentes com as maiores exigências do mundo sobrenatural?» (trecho do artigo «O pecado de não crer»).