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Coleção São Josemaria Escrivá: Clássicos da Meditação
Coleção São Josemaria Escrivá: Clássicos da Meditação Coleções da Quadrante 976

Coleção São Josemaria Escrivá: Clássicos da Meditação

Josemaria Escriva Quadrante
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Descrição

Caminho


 “Mons. Escrivá de Balaguer escreveu mais do que uma obra-prima; escreveu inspirando-se diretamente em seu coração, e ao coração chegam diretamente, um a um, os parágrafos que formam Caminho” (Osservatore Romano, 24-3-50). Em breve tempo, Caminho converteu-se num clássico da literatura espiritual, numa “Imitação de Cristo dos tempos modernos”, como alguns o qualificaram (Nota editorial). “Caminho [...] pretende ser um livro que leve a ganhar intimidade com Deus, a amá-lo, e a servir a todos” (Josemaria Escrivá, em Questões atuais do cristianismo, n. 36). “Quem medita o livro, bebe-o a sorvos, devagarinho. Detém-se. Ensimesma-se. Interroga-se. Olha-se surpreendido. Apalpa recordações, reminiscências de sensações. Motivos todos pelos quais «as frases ficam entrecortadas [...] para que tu as completes com a tua conduta»” (Andrés Vázquez de Prada, O Fundador do Opus Dei). “Caminho manifesta o caráter eterno da Igreja, bem como as suas inesgotáveis possibilidades de renovação” (Le Figaro, 24-3-64).

Sulco

 “Tal como Caminho – livro que alcançou já uma tiragem superior a três milhões de exemplares, e que foi traduzido para mais de trinta línguas –, Sulco é fruto da vida interior e da experiência de almas de Mons. Escrivá. Foi escrito com a intenção de fomentar e facilitar a oração pessoal. Seu gênero e seu estilo não são, pois, os dos tratados teológicos sistemáticos, embora a sua rica e profunda espiritualidade encerre uma elevada teologia. “Sulco quer alcançar a pessoa inteira do cristão – corpo e alma, natureza e graça –, e não apenas a inteligência. Por isso, não tem por fonte unicamente a reflexão, mas a própria vida cristã: reflete as ondas de movimento e de quietude, de energia espiritual e de paz, que a ação do Espírito Santo foi imprimindo na alma do Servo de Deus e nas dos que o rodeavam. Spiritus, ubi vult, spirat, o Espírito sopra onde quer (Ioann. III, 8), e traz consigo uma profundidade e harmonia de vida inigualáveis, que não se podem – nem se devem – aprisionar nos estreitos limites de um esquema feito em termos humanos”. (Da Apresentação de D. Álvaro del Portillo). 

Forja 

 “Forja é um livro de fogo, cuja leitura e meditação pode meter muitas almas na fornalha do Amor divino, e acendê-las em afãs de santidade e de apostolado, porque esse era o desejo de Mons. Escrivá [...]. “O nervo de Forja pode ser resumido nesta afirmação: «A vida de Jesus Cristo, se Lhe somos fiéis, repete-se de alguma maneira na de cada um de nós, tanto no seu processo interno – na santificação – como na conduta externa» (n. 418). [...] Este itinerário interior de progressiva identificação com Cristo vem a ser a trama de Forja. Uma trama que não constitui um molde rígido para a vida interior; nada mais longe das intenções de Mons. Escrivá, que tinha um enorme respeito pela liberdade interior de cada pessoa. Porque, afinal de contas, cada alma segue o seu próprio caminho, a impulsos do Espírito Santo. Estes pontos de meditação são antes sugestões de amigo, conselhos paternos para quem resolve tomar a sério a sua vocação cristã”. (Da Apresentação de D. Álvaro del Portillo). 

Santo Rosário

 “A relação de cada um de nós com a sua própria mãe pode servir-nos de modelo e de pauta para o nosso relacionamento com a Senhora do Doce Nome, Maria. [...] “Como se comporta um filho ou uma filha normal com sua mãe? De mil maneiras, mas sempre com carinho e confiança. Com um carinho que em cada caso fluirá por condutos nascidos da própria vida, e que nunca são uma coisa fria, mas costumes íntimos de lar, pequenos detalhes diários que o filho precisa ter com sua mãe e de que a mãe sente falta se alguma vez o filho os esquece: um beijo ou uma carícia ao sair de casa ou ao voltar, uma pequena delicadeza, umas palavras expressivas... “Em nossas relações com a nossa Mãe do Céu, existem também essas normas de piedade filial que são os moldes do nosso comportamento habitual com Ela. Muitos cristãos [...] vivem essa maravilhosa oração que é o terço, em que a alma não se cansa de dizer sempre as mesmas coisas, como não se cansam os namorados, e em que se aprende a reviver os momentos centrais da vida do Senhor.” São Josemaria Escrivá, É Cristo que passa, n. 142.

Livros inclusos no kit:

Caminho: Edição de bolso

Sulco

Forja

Santo Rosário

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    Descrição do produto

    Caminho


     “Mons. Escrivá de Balaguer escreveu mais do que uma obra-prima; escreveu inspirando-se diretamente em seu coração, e ao coração chegam diretamente, um a um, os parágrafos que formam Caminho” (Osservatore Romano, 24-3-50). Em breve tempo, Caminho converteu-se num clássico da literatura espiritual, numa “Imitação de Cristo dos tempos modernos”, como alguns o qualificaram (Nota editorial). “Caminho [...] pretende ser um livro que leve a ganhar intimidade com Deus, a amá-lo, e a servir a todos” (Josemaria Escrivá, em Questões atuais do cristianismo, n. 36). “Quem medita o livro, bebe-o a sorvos, devagarinho. Detém-se. Ensimesma-se. Interroga-se. Olha-se surpreendido. Apalpa recordações, reminiscências de sensações. Motivos todos pelos quais «as frases ficam entrecortadas [...] para que tu as completes com a tua conduta»” (Andrés Vázquez de Prada, O Fundador do Opus Dei). “Caminho manifesta o caráter eterno da Igreja, bem como as suas inesgotáveis possibilidades de renovação” (Le Figaro, 24-3-64).

    Sulco

     “Tal como Caminho – livro que alcançou já uma tiragem superior a três milhões de exemplares, e que foi traduzido para mais de trinta línguas –, Sulco é fruto da vida interior e da experiência de almas de Mons. Escrivá. Foi escrito com a intenção de fomentar e facilitar a oração pessoal. Seu gênero e seu estilo não são, pois, os dos tratados teológicos sistemáticos, embora a sua rica e profunda espiritualidade encerre uma elevada teologia. “Sulco quer alcançar a pessoa inteira do cristão – corpo e alma, natureza e graça –, e não apenas a inteligência. Por isso, não tem por fonte unicamente a reflexão, mas a própria vida cristã: reflete as ondas de movimento e de quietude, de energia espiritual e de paz, que a ação do Espírito Santo foi imprimindo na alma do Servo de Deus e nas dos que o rodeavam. Spiritus, ubi vult, spirat, o Espírito sopra onde quer (Ioann. III, 8), e traz consigo uma profundidade e harmonia de vida inigualáveis, que não se podem – nem se devem – aprisionar nos estreitos limites de um esquema feito em termos humanos”. (Da Apresentação de D. Álvaro del Portillo). 

    Forja 

     “Forja é um livro de fogo, cuja leitura e meditação pode meter muitas almas na fornalha do Amor divino, e acendê-las em afãs de santidade e de apostolado, porque esse era o desejo de Mons. Escrivá [...]. “O nervo de Forja pode ser resumido nesta afirmação: «A vida de Jesus Cristo, se Lhe somos fiéis, repete-se de alguma maneira na de cada um de nós, tanto no seu processo interno – na santificação – como na conduta externa» (n. 418). [...] Este itinerário interior de progressiva identificação com Cristo vem a ser a trama de Forja. Uma trama que não constitui um molde rígido para a vida interior; nada mais longe das intenções de Mons. Escrivá, que tinha um enorme respeito pela liberdade interior de cada pessoa. Porque, afinal de contas, cada alma segue o seu próprio caminho, a impulsos do Espírito Santo. Estes pontos de meditação são antes sugestões de amigo, conselhos paternos para quem resolve tomar a sério a sua vocação cristã”. (Da Apresentação de D. Álvaro del Portillo). 

    Santo Rosário

     “A relação de cada um de nós com a sua própria mãe pode servir-nos de modelo e de pauta para o nosso relacionamento com a Senhora do Doce Nome, Maria. [...] “Como se comporta um filho ou uma filha normal com sua mãe? De mil maneiras, mas sempre com carinho e confiança. Com um carinho que em cada caso fluirá por condutos nascidos da própria vida, e que nunca são uma coisa fria, mas costumes íntimos de lar, pequenos detalhes diários que o filho precisa ter com sua mãe e de que a mãe sente falta se alguma vez o filho os esquece: um beijo ou uma carícia ao sair de casa ou ao voltar, uma pequena delicadeza, umas palavras expressivas... “Em nossas relações com a nossa Mãe do Céu, existem também essas normas de piedade filial que são os moldes do nosso comportamento habitual com Ela. Muitos cristãos [...] vivem essa maravilhosa oração que é o terço, em que a alma não se cansa de dizer sempre as mesmas coisas, como não se cansam os namorados, e em que se aprende a reviver os momentos centrais da vida do Senhor.” São Josemaria Escrivá, É Cristo que passa, n. 142.

    Livros inclusos no kit:

    Caminho: Edição de bolso

    Sulco

    Forja

    Santo Rosário

    Ficha técnica

    SKU976
    AutorJosemaria Escriva
    Edição
    Páginas0
    ISBN9788554991296
    FormatoVARIOS TAMANHOS
    EditoraQuadrante

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