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Especial Opus Dei
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Entre os grandes livros de espiritualidade de nosso tempo, Forja é, como bem expressou o bem-aventurado Álvaro del Portillo, "um livro de fogo, cuja leitura e meditação pode meter muitas almas na fornalha do Amor divino, e acendê-las em afãs de santidade e de apostolado, porque esse era o desejo de Mons. Escrivá". De fato, com estes pontos de meditação o leitor vislumbrará seu "itinerário interior de progressiva identificação com Cristo", apresentadas como "sugestões de amigo, conselhos paternos para quem resolve tomar a sério a sua vocação cristã".
Forja é um convite a levar a vida espiritual a sério. Com linguagem direta e exigente, São Josemaria Escrivá conduz o leitor a uma fé mais viva, mais comprometida e profundamente enraizada no amor de Deus.
Nesta edição pocket, o livro se torna um companheiro constante: ideal para leitura diária, meditação pessoal e crescimento contínuo na vida interior.
São Josemaria Escrivá (1902–1975) foi sacerdote e fundador do Opus Dei. Sua missão foi difundir a chamada universal à santidade, mostrando que todos podem encontrar Deus nas atividades comuns da vida diária. Seus escritos espirituais são lidos por milhões de pessoas em todo o mundo.
Não exatamente, mas faz parte do mesmo conjunto espiritual. Caminho, Sulco e Forja se complementam e aprofundam progressivamente a vida interior.
Sim. Forja tem um tom mais direto e profundo, voltado para quem deseja avançar seriamente na vida espiritual.
Sim. Assim como outros livros de Escrivá, é ideal para leitura diária, com pequenos pontos de meditação.
Sim. O conteúdo é integral, apenas em formato reduzido para facilitar o uso cotidiano.
Sim. Especialmente indicado para quem já iniciou um caminho de vida espiritual e deseja aprofundá-lo.
Entre os grandes livros de espiritualidade de nosso tempo, Forja é, como bem expressou o bem-aventurado Álvaro del Portillo, "um livro de fogo, cuja leitura e meditação pode meter muitas almas na fornalha do Amor divino, e acendê-las em afãs de santidade e de apostolado, porque esse era o desejo de Mons. Escrivá". De fato, com estes pontos de meditação o leitor vislumbrará seu "itinerário interior de progressiva identificação com Cristo", apresentadas como "sugestões de amigo, conselhos paternos para quem resolve tomar a sério a sua vocação cristã".
Forja é um convite a levar a vida espiritual a sério. Com linguagem direta e exigente, São Josemaria Escrivá conduz o leitor a uma fé mais viva, mais comprometida e profundamente enraizada no amor de Deus.
Nesta edição pocket, o livro se torna um companheiro constante: ideal para leitura diária, meditação pessoal e crescimento contínuo na vida interior.
São Josemaria Escrivá (1902–1975) foi sacerdote e fundador do Opus Dei. Sua missão foi difundir a chamada universal à santidade, mostrando que todos podem encontrar Deus nas atividades comuns da vida diária. Seus escritos espirituais são lidos por milhões de pessoas em todo o mundo.
Não exatamente, mas faz parte do mesmo conjunto espiritual. Caminho, Sulco e Forja se complementam e aprofundam progressivamente a vida interior.
Sim. Forja tem um tom mais direto e profundo, voltado para quem deseja avançar seriamente na vida espiritual.
Sim. Assim como outros livros de Escrivá, é ideal para leitura diária, com pequenos pontos de meditação.
Sim. O conteúdo é integral, apenas em formato reduzido para facilitar o uso cotidiano.
Sim. Especialmente indicado para quem já iniciou um caminho de vida espiritual e deseja aprofundá-lo.
São Josemaria Escrivá nasceu em Barbastro (Espanha), no dia 9 de janeiro de 1902. Em 1918 começou os estudos eclesiásticos no Seminário de Logroño, prosseguindo-os depois no de São Francisco de Paula, em Saragoça. Entre 1923 e 1927 estudou também Direito Civil na Universidade de Saragoça. Recebeu a ordenação sacerdotal em 25 de março de 1925. Iniciou o seu ministério sacerdotal na paróquia de Perdiguera, continuando-o depois em Saragoça.
Na primavera de 1927 mudou-se para Madri, onde realizou um infatigável trabalho sacerdotal em todos os ambientes, dedicando também a sua atenção aos pobres e desvalidos dos bairros mais distantes, especialmente doentes incuráveis e moribundos dos hospitais. Aceitou o cargo de capelão do Patronato dos Enfermos, trabalho assistencial das Damas Apostólicas do Sagrado Coração, e foi professor em uma academia universitária, enquanto fazia o doutorado em Direito Civil.