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Ibañez Langlois aborda aqui um tema permanentemente vivo entre os católicos: o da missão da Igreja nos assuntos temporais. A Igreja tem o direito de intervir? Em que nível? Os problemas de fronteiras são sempre espinhosos, sobretudo quando se radicalizam e levam a questão de identidade. Há o risco de tomar a parte pelo todo, se não na teoria, ao menos na prática.
No presente estudo, o leitor encontrará, solidamente alicerçado no Magistério universal da Igreja, as linhas de rumo para elucidar as suas dúvidas e formar retamente a sua consciência, separando com clareza o que é de César e o que é de Deus.
Em Igreja e política, José Miguel Ibáñez Langlois oferece uma análise clara e equilibrada sobre a relação entre fé e vida pública, ajudando o leitor a compreender os limites e responsabilidades de cada esfera.
Este livro responde a uma das questões mais atuais e delicadas: qual deve ser o papel da Igreja na sociedade e na política? Com base sólida e linguagem acessível, o autor evita simplificações e oferece critérios seguros para pensar o tema com maturidade.
A obra ajuda a evitar confusões comuns, distinguindo corretamente os campos da fé e da política, sem separá-los indevidamente nem misturá-los de forma imprópria.
José Miguel Ibáñez Langlois é sacerdote, escritor e intelectual, conhecido por sua atuação no campo da filosofia, literatura e teologia. Seus textos se destacam pela clareza, equilíbrio e fidelidade ao pensamento cristão.
O livro explica que a Igreja tem um papel moral e formativo, mas não partidário, ajudando a orientar a consciência dos fiéis.
Não. A proposta é oferecer critérios, não defender ideologias ou partidos.
Sim. Apesar de não tratar de acontecimentos específicos, aborda princípios permanentes que ajudam a compreender o cenário atual.
Sim. A linguagem é clara e adequada a leitores sem formação especializada.
Ibañez Langlois aborda aqui um tema permanentemente vivo entre os católicos: o da missão da Igreja nos assuntos temporais. A Igreja tem o direito de intervir? Em que nível? Os problemas de fronteiras são sempre espinhosos, sobretudo quando se radicalizam e levam a questão de identidade. Há o risco de tomar a parte pelo todo, se não na teoria, ao menos na prática.
No presente estudo, o leitor encontrará, solidamente alicerçado no Magistério universal da Igreja, as linhas de rumo para elucidar as suas dúvidas e formar retamente a sua consciência, separando com clareza o que é de César e o que é de Deus.
Em Igreja e política, José Miguel Ibáñez Langlois oferece uma análise clara e equilibrada sobre a relação entre fé e vida pública, ajudando o leitor a compreender os limites e responsabilidades de cada esfera.
Este livro responde a uma das questões mais atuais e delicadas: qual deve ser o papel da Igreja na sociedade e na política? Com base sólida e linguagem acessível, o autor evita simplificações e oferece critérios seguros para pensar o tema com maturidade.
A obra ajuda a evitar confusões comuns, distinguindo corretamente os campos da fé e da política, sem separá-los indevidamente nem misturá-los de forma imprópria.
José Miguel Ibáñez Langlois é sacerdote, escritor e intelectual, conhecido por sua atuação no campo da filosofia, literatura e teologia. Seus textos se destacam pela clareza, equilíbrio e fidelidade ao pensamento cristão.
O livro explica que a Igreja tem um papel moral e formativo, mas não partidário, ajudando a orientar a consciência dos fiéis.
Não. A proposta é oferecer critérios, não defender ideologias ou partidos.
Sim. Apesar de não tratar de acontecimentos específicos, aborda princípios permanentes que ajudam a compreender o cenário atual.
Sim. A linguagem é clara e adequada a leitores sem formação especializada.