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Livro Jérôme Lejeune: A liberdade do cientista

Aude Dugast Quadrante Editora
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Descrição

Sobre o produto

Um dos argumentos mais repetidos contra a fé cristã é o de que ela seria avessa à ciência. Há muitas formas de responder a esse argumento: com filosofia, com história, com dados. Mas este livro oferece a resposta mais eficaz de todas: o exemplo. O exemplo de um homem que foi ao mesmo tempo um dos maiores geneticistas do século XX e um cristão convicto, e que nunca sentiu contradição entre essas duas realidades porque, para ele, não havia nenhuma.

Jérôme Lejeune descobriu a anomalia cromossômica que origina a Síndrome de Down e fez desse conhecimento não uma ferramenta de eliminação, mas de cuidado. Dedicou a vida aos pacientes que a medicina de seu tempo tendia a abandonar, tanto antes quanto depois do nascimento. E pagou por isso um preço que muitos cientistas de sua época não tiveram coragem de pagar. Jérôme Lejeune: A liberdade do cientista, de Aude Dugast, é a história dessa vida, construída a partir de cartas, documentos e testemunhos de quem a acompanhou de perto.

Descrição original

"Deixai vir a mim os pequeninos, não os impeçais." O médico, pediatra e professor de genética francês Jérôme Lejeune levou essas famosas palavras consigo e fez delas a razão de sua vida: suas importantes descobertas acerca da anomalia cromossômica originária da Síndrome de Down, seguidas de percepções fundamentais sobre outras enfermidades, ditaram uma biografia dedicada aos cuidados desses pacientes tanto antes como depois do nascimento.

É essa luta amorosa, mas também cheia de contratempos, que Aude Dugast nos revela aqui, apoiada em cartas, documentos e testemunhos daqueles que a acompanharam. Um dos principais argumentos contra a fé é o de que ela é avessa à ciência. Há muitas formas de contradizê-lo, uma infinidade de argumentos, mas este livro apresenta o mais eficaz: o exemplo.

Leitura complementar

Jérôme Lejeune pertence a uma categoria rara de figuras históricas: aquelas cuja coerência entre o que pensavam, o que descobriam e o que faziam não tinha fissuras. Em 1959, descreveu com precisão a trissomia do cromossomo 21 como causa da Síndrome de Down, uma descoberta que lhe valeria o Prêmio Kennedy e o reconhecimento internacional. Mas foi exatamente depois dessa descoberta que sua trajetória se tornou mais difícil: recusou-se a usar o conhecimento genético para justificar o aborto seletivo de crianças com Síndrome de Down, num momento em que essa posição o colocava em crescente isolamento dentro da comunidade científica europeia.

A expressão "liberdade do cientista" no título não é retórica: descreve com precisão o que Lejeune praticou. A liberdade de seguir os dados onde eles levam, sem subordiná-los a agendas. A liberdade de defender o que se acredita verdadeiro, mesmo quando isso tem custo. E a liberdade, talvez a mais rara, de amar os pacientes que a ciência descobre em vez de usar a ciência contra eles.

Aude Dugast trabalhou com fontes primárias de grande valor: cartas, documentos internos e depoimentos de pessoas que conviveram com Lejeune. Isso confere à biografia uma concretude e uma fidelidade que evitam tanto a hagiografia quanto a frieza documental. O resultado é um retrato que o leitor sente como verdadeiro.

Com 448 páginas em formato 16 x 23 cm, é uma obra de referência sobre a relação entre fé e ciência, sobre bioética, sobre a defesa da vida e sobre o que significa ser um cientista livre. Lejeune foi beatificado em 2021, o que dá à biografia uma dimensão adicional para leitores interessados na espiritualidade de um homem que viveu a santidade no laboratório.

Por que conhecer este produto?

  • Apresenta, pelo exemplo concreto de uma vida, a resposta mais eficaz ao argumento de que fé e ciência são incompatíveis: a de um dos maiores geneticistas do século XX que foi simultaneamente um cristão convicto, sem sentir contradição entre as duas realidades.
  • A trajetória de Lejeune é um estudo de caso raro sobre coragem intelectual e moral: ele recusou usar o conhecimento científico para justificar a eliminação dos pacientes que sua descoberta havia identificado, pagando por isso um preço crescente dentro da comunidade científica.
  • Aude Dugast construiu a biografia com fontes primárias de grande valor, incluindo cartas, documentos e testemunhos diretos, o que confere ao relato uma fidelidade e uma concretude que evitam tanto a idealização quanto a frieza acadêmica.
  • O livro é uma referência incontornável para quem deseja aprofundar a compreensão das relações entre ciência, bioética, defesa da vida e fé cristã no contexto do século XX, com base em um caso histórico documentado e de enorme relevância.
  • Lejeune foi beatificado em 2021, o que acrescenta à biografia uma dimensão espiritual relevante para leitores interessados na santidade vivida no exercício de uma profissão científica.

Como este produto pode ser aproveitado?

Na leitura pessoal, o livro é adequado para quem busca uma formação mais sólida sobre as relações entre fé e ciência, sobre bioética e sobre a defesa da vida, a partir de um caso histórico concreto e documentado. A extensão da obra favorece uma leitura em etapas, por fases da vida de Lejeune, sem perda de coerência narrativa.

Em contextos de formação cultural, grupos de leitura, cursos de bioética, seminários de teologia e programas de formação intelectual cristã, o livro oferece material de primeira qualidade para discussão sobre temas que continuam urgentes. Para médicos, geneticistas, estudantes de ciências da saúde e profissionais de saúde com fé cristã, é também uma referência pessoal e profissional de grande valor. Como presente, é uma sugestão de peso para leitores com interesse em biologia, medicina, ética e história das ciências.

Para quem este produto é indicado

O livro é indicado para leitores com interesse em bioética, história da ciência, defesa da vida, relações entre fé e razão e formação cultural cristã. Não exige formação científica prévia: a narrativa biográfica de Aude Dugast é acessível a qualquer leitor atento, independentemente de ter ou não formação em genética ou medicina.

É especialmente adequado para médicos, cientistas e estudantes das ciências da saúde que buscam referências de como integrar fé e exercício profissional com coerência. Também é indicado para quem acompanha os debates sobre bioética e deseja conhecer, a partir de um caso histórico documentado, como um grande cientista cristão do século XX enfrentou esses mesmos dilemas com liberdade e coragem.

Informações do produto

  • Título: Jérôme Lejeune: A liberdade do cientista
  • Autora: Aude Dugast
  • Editora: Quadrante
  • ISBN: 978-85-7465-718-9
  • Número de páginas: 448
  • Edição: 1ª
  • Formato: 16,0 x 23,0 cm
  • Tipo de capa: Brochura
  • Trilha de formação: Formação Grandes Vidas
  • Tipo de produto: Livro

Perguntas frequentes

Quem foi Jérôme Lejeune e por que sua vida é relevante hoje?

Jérôme Lejeune foi um médico, pediatra e professor de genética francês que, em 1959, descreveu com precisão a trissomia do cromossomo 21 como causa da Síndrome de Down. Dedicou a vida ao cuidado dos pacientes com essa e outras enfermidades cromossômicas, recusando-se a usar o conhecimento genético para justificar o aborto seletivo. Foi beatificado em 2021. Sua vida é relevante hoje porque os dilemas que ele enfrentou, sobre o uso da ciência, sobre a dignidade dos pacientes mais vulneráveis e sobre a relação entre descoberta científica e ética, continuam sem resolução fácil.

O que significa "a liberdade do cientista" no título?

Significa a liberdade de seguir os dados onde eles levam, sem subordiná-los a agendas externas. A liberdade de defender publicamente o que se acredita verdadeiro, mesmo quando isso tem custo profissional e social. E a liberdade de amar os pacientes que a ciência descobre, em vez de usar a ciência contra eles. Lejeune praticou as três formas dessa liberdade ao longo da vida, e pagou por isso o preço crescente do isolamento dentro da comunidade científica europeia de sua época.

O livro é acessível para quem não tem formação científica?

Sim. Aude Dugast escreveu uma biografia narrativa, não um texto científico. As descobertas de Lejeune são explicadas com clareza suficiente para que qualquer leitor compreenda sua importância, mas o centro do livro é a vida do homem, não a descrição técnica das descobertas. Não é necessário ter formação em genética ou medicina para aproveitar a obra em sua totalidade.

O livro aborda a beatificação de Lejeune?

A beatificação de Lejeune ocorreu em 2021, após a publicação desta edição. No entanto, o livro oferece o retrato completo de uma vida que já apontava, em cada escolha concreta, para aquilo que a beatificação reconhece formalmente: uma santidade vivida no exercício da profissão científica, com coerência e com amor.

É indicado para médicos e profissionais de saúde?

Sim, especialmente para aqueles que buscam referências de como integrar fé e exercício profissional com coerência. A trajetória de Lejeune é um estudo de caso sobre o que significa ser um médico que trata os pacientes mais vulneráveis como fins em si mesmos, e não como problemas a resolver por meio da eliminação.

O livro pode ser usado em contextos de formação em bioética?

Sim. Em cursos de bioética, seminários de teologia moral e programas de formação intelectual cristã, a vida de Lejeune oferece um caso histórico documentado de grande riqueza, que ilustra de forma concreta os dilemas que a bioética teórica discute em abstrato. A narrativa biográfica torna esses dilemas mais vivos e mais próximos do leitor do que qualquer argumento puramente teórico conseguiria.

A resposta mais eficaz é sempre o exemplo

Filosofia, história e dados são formas válidas de responder ao argumento de que fé e ciência são incompatíveis. Mas nenhuma delas tem a força de uma vida inteira vivida em coerência, com custo real, sem capitulação. Jérôme Lejeune viveu essa resposta durante décadas, no laboratório, nos consultórios, nos tribunais e nos corredores da ciência internacional. Aude Dugast documentou-a com cuidado e com respeito. Este livro é essa documentação: honesta, profunda e necessária.

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Descrição do produto

Sobre o produto

Um dos argumentos mais repetidos contra a fé cristã é o de que ela seria avessa à ciência. Há muitas formas de responder a esse argumento: com filosofia, com história, com dados. Mas este livro oferece a resposta mais eficaz de todas: o exemplo. O exemplo de um homem que foi ao mesmo tempo um dos maiores geneticistas do século XX e um cristão convicto, e que nunca sentiu contradição entre essas duas realidades porque, para ele, não havia nenhuma.

Jérôme Lejeune descobriu a anomalia cromossômica que origina a Síndrome de Down e fez desse conhecimento não uma ferramenta de eliminação, mas de cuidado. Dedicou a vida aos pacientes que a medicina de seu tempo tendia a abandonar, tanto antes quanto depois do nascimento. E pagou por isso um preço que muitos cientistas de sua época não tiveram coragem de pagar. Jérôme Lejeune: A liberdade do cientista, de Aude Dugast, é a história dessa vida, construída a partir de cartas, documentos e testemunhos de quem a acompanhou de perto.

Descrição original

"Deixai vir a mim os pequeninos, não os impeçais." O médico, pediatra e professor de genética francês Jérôme Lejeune levou essas famosas palavras consigo e fez delas a razão de sua vida: suas importantes descobertas acerca da anomalia cromossômica originária da Síndrome de Down, seguidas de percepções fundamentais sobre outras enfermidades, ditaram uma biografia dedicada aos cuidados desses pacientes tanto antes como depois do nascimento.

É essa luta amorosa, mas também cheia de contratempos, que Aude Dugast nos revela aqui, apoiada em cartas, documentos e testemunhos daqueles que a acompanharam. Um dos principais argumentos contra a fé é o de que ela é avessa à ciência. Há muitas formas de contradizê-lo, uma infinidade de argumentos, mas este livro apresenta o mais eficaz: o exemplo.

Leitura complementar

Jérôme Lejeune pertence a uma categoria rara de figuras históricas: aquelas cuja coerência entre o que pensavam, o que descobriam e o que faziam não tinha fissuras. Em 1959, descreveu com precisão a trissomia do cromossomo 21 como causa da Síndrome de Down, uma descoberta que lhe valeria o Prêmio Kennedy e o reconhecimento internacional. Mas foi exatamente depois dessa descoberta que sua trajetória se tornou mais difícil: recusou-se a usar o conhecimento genético para justificar o aborto seletivo de crianças com Síndrome de Down, num momento em que essa posição o colocava em crescente isolamento dentro da comunidade científica europeia.

A expressão "liberdade do cientista" no título não é retórica: descreve com precisão o que Lejeune praticou. A liberdade de seguir os dados onde eles levam, sem subordiná-los a agendas. A liberdade de defender o que se acredita verdadeiro, mesmo quando isso tem custo. E a liberdade, talvez a mais rara, de amar os pacientes que a ciência descobre em vez de usar a ciência contra eles.

Aude Dugast trabalhou com fontes primárias de grande valor: cartas, documentos internos e depoimentos de pessoas que conviveram com Lejeune. Isso confere à biografia uma concretude e uma fidelidade que evitam tanto a hagiografia quanto a frieza documental. O resultado é um retrato que o leitor sente como verdadeiro.

Com 448 páginas em formato 16 x 23 cm, é uma obra de referência sobre a relação entre fé e ciência, sobre bioética, sobre a defesa da vida e sobre o que significa ser um cientista livre. Lejeune foi beatificado em 2021, o que dá à biografia uma dimensão adicional para leitores interessados na espiritualidade de um homem que viveu a santidade no laboratório.

Por que conhecer este produto?

  • Apresenta, pelo exemplo concreto de uma vida, a resposta mais eficaz ao argumento de que fé e ciência são incompatíveis: a de um dos maiores geneticistas do século XX que foi simultaneamente um cristão convicto, sem sentir contradição entre as duas realidades.
  • A trajetória de Lejeune é um estudo de caso raro sobre coragem intelectual e moral: ele recusou usar o conhecimento científico para justificar a eliminação dos pacientes que sua descoberta havia identificado, pagando por isso um preço crescente dentro da comunidade científica.
  • Aude Dugast construiu a biografia com fontes primárias de grande valor, incluindo cartas, documentos e testemunhos diretos, o que confere ao relato uma fidelidade e uma concretude que evitam tanto a idealização quanto a frieza acadêmica.
  • O livro é uma referência incontornável para quem deseja aprofundar a compreensão das relações entre ciência, bioética, defesa da vida e fé cristã no contexto do século XX, com base em um caso histórico documentado e de enorme relevância.
  • Lejeune foi beatificado em 2021, o que acrescenta à biografia uma dimensão espiritual relevante para leitores interessados na santidade vivida no exercício de uma profissão científica.

Como este produto pode ser aproveitado?

Na leitura pessoal, o livro é adequado para quem busca uma formação mais sólida sobre as relações entre fé e ciência, sobre bioética e sobre a defesa da vida, a partir de um caso histórico concreto e documentado. A extensão da obra favorece uma leitura em etapas, por fases da vida de Lejeune, sem perda de coerência narrativa.

Em contextos de formação cultural, grupos de leitura, cursos de bioética, seminários de teologia e programas de formação intelectual cristã, o livro oferece material de primeira qualidade para discussão sobre temas que continuam urgentes. Para médicos, geneticistas, estudantes de ciências da saúde e profissionais de saúde com fé cristã, é também uma referência pessoal e profissional de grande valor. Como presente, é uma sugestão de peso para leitores com interesse em biologia, medicina, ética e história das ciências.

Para quem este produto é indicado

O livro é indicado para leitores com interesse em bioética, história da ciência, defesa da vida, relações entre fé e razão e formação cultural cristã. Não exige formação científica prévia: a narrativa biográfica de Aude Dugast é acessível a qualquer leitor atento, independentemente de ter ou não formação em genética ou medicina.

É especialmente adequado para médicos, cientistas e estudantes das ciências da saúde que buscam referências de como integrar fé e exercício profissional com coerência. Também é indicado para quem acompanha os debates sobre bioética e deseja conhecer, a partir de um caso histórico documentado, como um grande cientista cristão do século XX enfrentou esses mesmos dilemas com liberdade e coragem.

Informações do produto

  • Título: Jérôme Lejeune: A liberdade do cientista
  • Autora: Aude Dugast
  • Editora: Quadrante
  • ISBN: 978-85-7465-718-9
  • Número de páginas: 448
  • Edição: 1ª
  • Formato: 16,0 x 23,0 cm
  • Tipo de capa: Brochura
  • Trilha de formação: Formação Grandes Vidas
  • Tipo de produto: Livro

Perguntas frequentes

Quem foi Jérôme Lejeune e por que sua vida é relevante hoje?

Jérôme Lejeune foi um médico, pediatra e professor de genética francês que, em 1959, descreveu com precisão a trissomia do cromossomo 21 como causa da Síndrome de Down. Dedicou a vida ao cuidado dos pacientes com essa e outras enfermidades cromossômicas, recusando-se a usar o conhecimento genético para justificar o aborto seletivo. Foi beatificado em 2021. Sua vida é relevante hoje porque os dilemas que ele enfrentou, sobre o uso da ciência, sobre a dignidade dos pacientes mais vulneráveis e sobre a relação entre descoberta científica e ética, continuam sem resolução fácil.

O que significa "a liberdade do cientista" no título?

Significa a liberdade de seguir os dados onde eles levam, sem subordiná-los a agendas externas. A liberdade de defender publicamente o que se acredita verdadeiro, mesmo quando isso tem custo profissional e social. E a liberdade de amar os pacientes que a ciência descobre, em vez de usar a ciência contra eles. Lejeune praticou as três formas dessa liberdade ao longo da vida, e pagou por isso o preço crescente do isolamento dentro da comunidade científica europeia de sua época.

O livro é acessível para quem não tem formação científica?

Sim. Aude Dugast escreveu uma biografia narrativa, não um texto científico. As descobertas de Lejeune são explicadas com clareza suficiente para que qualquer leitor compreenda sua importância, mas o centro do livro é a vida do homem, não a descrição técnica das descobertas. Não é necessário ter formação em genética ou medicina para aproveitar a obra em sua totalidade.

O livro aborda a beatificação de Lejeune?

A beatificação de Lejeune ocorreu em 2021, após a publicação desta edição. No entanto, o livro oferece o retrato completo de uma vida que já apontava, em cada escolha concreta, para aquilo que a beatificação reconhece formalmente: uma santidade vivida no exercício da profissão científica, com coerência e com amor.

É indicado para médicos e profissionais de saúde?

Sim, especialmente para aqueles que buscam referências de como integrar fé e exercício profissional com coerência. A trajetória de Lejeune é um estudo de caso sobre o que significa ser um médico que trata os pacientes mais vulneráveis como fins em si mesmos, e não como problemas a resolver por meio da eliminação.

O livro pode ser usado em contextos de formação em bioética?

Sim. Em cursos de bioética, seminários de teologia moral e programas de formação intelectual cristã, a vida de Lejeune oferece um caso histórico documentado de grande riqueza, que ilustra de forma concreta os dilemas que a bioética teórica discute em abstrato. A narrativa biográfica torna esses dilemas mais vivos e mais próximos do leitor do que qualquer argumento puramente teórico conseguiria.

A resposta mais eficaz é sempre o exemplo

Filosofia, história e dados são formas válidas de responder ao argumento de que fé e ciência são incompatíveis. Mas nenhuma delas tem a força de uma vida inteira vivida em coerência, com custo real, sem capitulação. Jérôme Lejeune viveu essa resposta durante décadas, no laboratório, nos consultórios, nos tribunais e nos corredores da ciência internacional. Aude Dugast documentou-a com cuidado e com respeito. Este livro é essa documentação: honesta, profunda e necessária.

Ficha técnica

SKU13141
AutorAude Dugast
Edição1
Páginas448
ISBN9788574657189
Formato16,0 cm x 23,0 cm
EditoraQuadrante Editora
Capa Mole - Comum - Brochura

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