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Formação Cultural
https://www.quadrante.com.br/mais-poesia-menos-prozac
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Por que ler Mais poesia, menos Prozac?
Vivemos cercados de estímulos, distrações e promessas de alívio imediato. Ainda assim, o vazio permanece. Neste ensaio provocador, Manuel Casado Velarde propõe uma reflexão cultural profunda sobre o mal-estar contemporâneo e convida o leitor a redescobrir a poesia como escola da sensibilidade.
O autor não oferece fórmulas rápidas nem soluções terapêuticas. Oferece algo mais exigente e mais duradouro: uma reeducação da afetividade por meio da grande literatura. Ao deslocar o foco da técnica para o sentido, o livro amplia o horizonte da discussão sobre saúde mental e recoloca a arte no centro da experiência humana.
Leitura breve, mas densa, ideal para quem busca profundidade intelectual sem academicismo hermético.
Informações do produto
Autor: Manuel Casado Velarde
Editora: Quadrante Editora
Formato: 14,0 cm x 21,0 cm
Capa: Mole – Comum – Brochura
Categoria: Ensaio cultural, literatura e formação humana
Diferenciais da obra:
• Ensaio cultural atual e provocador
• Abordagem humanista sobre saúde mental
• Linguagem clara com rigor intelectual
• Livro curto e denso
• Excelente para grupos de leitura e formação
Indicação de leitura:
Recomendado para leitores interessados em:
• Cultura e literatura
• Filosofia da vida cotidiana
• Formação interior e sentido da vida
• Educação e formação cultural
Não indicado para quem busca autoajuda rápida ou soluções emocionais imediatas.
Perguntas frequentes (FAQ):
Este livro é contra o uso de medicamentos psiquiátricos?
Não. A crítica é cultural, não clínica. O autor questiona o reducionismo técnico, não a medicina.
A poesia substitui tratamentos médicos?
Não. A poesia é apresentada como via formativa, não como cura clínica.
É um livro de poesia?
Não. Trata-se de um ensaio sobre poesia, literatura e cultura.
É um livro religioso?
Não diretamente. É um ensaio humanista que dialoga com a tradição cultural ocidental.
É um livro difícil?
É exigente no conteúdo, mas escrito com clareza e acessibilidade.
Pode ser usado em grupos de leitura?
Sim. É excelente para clubes de leitura, formação cultural e debates acadêmicos.
Por que ler Mais poesia, menos Prozac?
Vivemos cercados de estímulos, distrações e promessas de alívio imediato. Ainda assim, o vazio permanece. Neste ensaio provocador, Manuel Casado Velarde propõe uma reflexão cultural profunda sobre o mal-estar contemporâneo e convida o leitor a redescobrir a poesia como escola da sensibilidade.
O autor não oferece fórmulas rápidas nem soluções terapêuticas. Oferece algo mais exigente e mais duradouro: uma reeducação da afetividade por meio da grande literatura. Ao deslocar o foco da técnica para o sentido, o livro amplia o horizonte da discussão sobre saúde mental e recoloca a arte no centro da experiência humana.
Leitura breve, mas densa, ideal para quem busca profundidade intelectual sem academicismo hermético.
Informações do produto
Autor: Manuel Casado Velarde
Editora: Quadrante Editora
Formato: 14,0 cm x 21,0 cm
Capa: Mole – Comum – Brochura
Categoria: Ensaio cultural, literatura e formação humana
Diferenciais da obra:
• Ensaio cultural atual e provocador
• Abordagem humanista sobre saúde mental
• Linguagem clara com rigor intelectual
• Livro curto e denso
• Excelente para grupos de leitura e formação
Indicação de leitura:
Recomendado para leitores interessados em:
• Cultura e literatura
• Filosofia da vida cotidiana
• Formação interior e sentido da vida
• Educação e formação cultural
Não indicado para quem busca autoajuda rápida ou soluções emocionais imediatas.
Perguntas frequentes (FAQ):
Este livro é contra o uso de medicamentos psiquiátricos?
Não. A crítica é cultural, não clínica. O autor questiona o reducionismo técnico, não a medicina.
A poesia substitui tratamentos médicos?
Não. A poesia é apresentada como via formativa, não como cura clínica.
É um livro de poesia?
Não. Trata-se de um ensaio sobre poesia, literatura e cultura.
É um livro religioso?
Não diretamente. É um ensaio humanista que dialoga com a tradição cultural ocidental.
É um livro difícil?
É exigente no conteúdo, mas escrito com clareza e acessibilidade.
Pode ser usado em grupos de leitura?
Sim. É excelente para clubes de leitura, formação cultural e debates acadêmicos.