Conhece-te a ti mesmo

HOME / Conhece-te a ti mesmo

Conhece-te a ti mesmo

7148
R$ 55,00

R$ 46,75

QTD:
Comprar

Detalhes do produto

Sophie Scholl e seus amigos da resistência clandestina ao nazismo; o doutor Stockmann e a cegueira dos seus concidadãos; Ben-Hur e seu desejo de vingança; Adolf Eichmann e sua obsessão com o dever: o que esses e outros personagens, reais e fictícios, têm em comum? Todos, em maior ou menor grau, viram-se diante de verdadeiras provas de fogo éticas. E agiram de acordo com o que tinham dentro de si. Alguns deles nos legaram preciosos exemplos de integridade, ao passo que as ações de outros tiveram consequências catastróficas. É difícil agir eticamente sem autoconhecimento. Quem não sabe quem é, não saberá o que é bom nem para si nem para os outros. O hábito da reflexão nos leva a enxergar as próprias inclinações, a cultivar as virtudes e, principalmente, a formar a própria consciência, a fim de que a nossa vida se guie pelo que é certo, custe o que custar. «Conhece-te a ti mesmo»: a máxima gravada no Templo de Apolo em Delfos lembrava aos peregrinos de toda a Grécia que aquele que busca respostas para o seu destino deve começar a procurá-las dentro de si.


Conhece-te a ti mesmo: excelência humana e ética

Esse livro, norteado pela máxima grega “Conhece-te a ti mesmo”, leva o leitor a olhar para dentro de si diante de questões que circundam a vida. A atitude ética conduz à felicidade, já que, por esse caminho, o ser humano se realiza plenamente.

Os capítulos apresentam personagens reais e fictícios, os quais tiveram que lidar com dilemas éticos. Um projeto de vida, portanto, que visa à excelência humana, tem como alicerce o diagnóstico de nós mesmos, isto é, o autoconhecimento.

Conhece-te a ti mesmo: Como conhecer-se?

Conhecer-nos a nós mesmos implica se aprofundar em fatores internos, dando um sentido verdadeiro à vida. Todavia, essa não é uma tarefa fácil, visto que a sociedade supervaloriza o parecer em detrimento do ser, muitas vezes parecer feliz pode ser considerado mais importante do que ser feliz. E para ser feliz é necessário começar respondendo de forma mais completa quem é você?.

A sociedade consumista tem abafado os horizontes e perspectivas de sentido da vida, a qual tem se reduzido tão somente à dimensão material. Contudo, nota-se que o exame da própria vida é uma via que leva a um ideal de excelência humana.

O exame pessoal, a formação e a orientação dada pelos outros ajudam a desenvolver esse diagnóstico. O silêncio e a reflexão também constituem condições ideais para se autoconhecer.

As bases da personalidade

A vida em sociedade, por outro lado, também engrandece o homem e sua personalidade.

A personalidade se desenvolve à medida que a pessoa não se fecha em si, mas se abre aos outros com a finalidade de potencializar seus talentos em serviço aos demais. A vida em função das pessoas é sinal de uma personalidade madura.

Assim, o conhecimento próprio se faz extremamente necessário para o amadurecimento humano, pois quem não sabe quem é não identifica o que é bom para si, tampouco para os demais.

Conhecimento próprio: necessidade para agir bem

O autoconhecimento, ou seja, o saber quem realmente somos, tem sido uma interrogação desde os primeiros filósofos. No entanto, um dos maiores problemas atuais é quando deixamos de nos perguntar. Como a vida não é teoria, mas prática, é necessário compreender a ação humana na prática. A filosofia auxilia nessa tarefa pessoal.

No tocante à ação humana, a consciência exerce importante papel no diagnóstico de nossas decisões, isto é, se elas nos levam a ser mais éticos e, por conseguinte, mais humanos, ou se nos degrada, descaracterizando-nos como pessoas.

Para saber mais como autoconhecer-se, adquira o livro Conhece-te a ti mesmo, de José Maria Rodriguez Ramos, em oferta na Quadrante!